quinta-feira, 18 de outubro de 2012

SP terá fábrica de resina usada em ecogarrafa da Coca-Cola



A Coca-Cola anunciou a construção da maior fábrica de produção de BioMEG do mundo, principal ingrediente das embalagens PlantBottle™ - a primeira garrafa PET reciclável feita parcialmente de material vegetal a partir da cana-de-açúcar.

Fruto de uma parceria com a JBF, a iniciativa é parte da meta da empresa de adotar a tecnologia do bioplástico em toda sua produção de garrafas plásticas no Brasil até 2015.

Com a nova unidade, o Brasil se tornará o maior produtor e exportador de BioMEG do mundo, com capacidade de produção estimada em 500 mil toneladas/ano, gerando 1.650 empregos diretos e indiretos. As obras terão início ainda em 2012 e a operação está prevista para começar 24 meses após.

Disponível em mais de 24 países, o uso da embalagem verde eliminou, desde seu lançamento em 2009, o equivalente a quase 100 mil toneladas de emissões de dióxido carbono, o equivalente a 200 mil barris de petróleo.

Fonte: Info Exame

Aprenda a fazer uma flor reutilizando colheres descartáveis




Materiais

17 colheres de plástico (lavadas e reutilizadas); vela; 1 prato; tesoura; alicate; agulha; pistola de cola; tinta spray; e alfinete para broche.

Método

*Corte os cabos das colheres, deixando uma pequena haste. Para dez colheres, que servirão para as pétalas exteriores, devem ser deixados 2cm de cabo. Para cinco colheres, que ficarão no meio da flor, devem ser deixados 1cm de cabo, e para as duas colheres restante, que ficarão no centro, devem ser deixados 0,5cm.

*Acenda a vela, e com o auxílio de um alicate segure a colher. Não deixe a colher muito próxima da chama para que o plástico não fique escurecido.

*Derreta a parte central da colher, deixe que esfrie um pouco, mas apenas o suficiente para que ainda esteja moldável. Com cuidado para não se queimar e vá dando forma a pétala. Fica mais fácil segurando nas bordas e dobrando-as para trás. Faça o mesmo com todas as colheres.

*Para começar a montar a rosa, pegue as dez colheres das pétalas exteriores, derreta o que sobrou do cabo da colher e vá grudando um cabo da pétala no outro. Faça isso com o auxílio do alicate enquanto os cabos estiverem quentes. Repita este processo até que consiga fazer a base da rosa. Você também pode utilizar a cola quente para ajudar neste processo.

*Faça a mesma coisa com o conjunto de cinco colheres, que ficará no centro, e, em seguida, com as duas colheres restantes, que serão o miolo da flor.

*Monte o conjunto de dois dentro do conjunto de cinco pétalas, e o de cinco, dentro do conjunto de dez pétalas. Cole-as com cola quente. Leve mais uma vez a flor junto à vela, e pressione a base contra o prato, para que fique bem plano.

*Para fazer um broche, cole o alfinete na base enquanto ainda está quente,

*Faça com que o plástico trespasse a base de metal, para que fique firme. Depois é só pintar da cor de sua preferência utilizando tinta spray.



Fonte: Planeta 10

Teias de aranha: o futuro das cirurgias e dos gadgets biodegradáveis



A seda, conhecida por ser utilizada por insetos na fabricação de teias e casulos, também pode ser utilizado como um cabo de fibra óptica
Foto: Sxc.hu

Os fios de seda são conhecidos pela sua força e flexibilidade. E foram essas características que direcionaram os pesquisadores do Institut de Physique de Rennes, na França a incorporarem este material em componentes eletrônicos, tornando-os biodegradáveis.

Os cientistas descobriram que o material, utilizado por insetos na fabricação de teias e casulos, também pode ser usado como um cabo de fibra óptica, onde a luz pode viajar através do fio com facilidade. "Quando testamos a seda de aranha, não sabíamos o que esperar", confessou o físico Nolwenn Huby ao site Wired. "Mas depois nós pensamos, por que não tentar utilizá-lo como fibra óptica para propagar a luz?".

Huby e sua equipe conseguiram transmitir luz laser por um fio curto de seda em um chip de circuito integrado. Segundo o pesquisador, com o aperfeiçoamento de um revestimento próprio, a seda poderá melhorar sua capacidade de transmissão.

Uma das principais aplicações da pesquisa está na possibilidade de seu emprego em procedimentos médicos. Como as fibras de seda são capazes de transportar luz, essa capacidade poderia ser usada para gerar imagens dentro do corpo humano, possibilitando a realização de exames e procedimentos cirúrgicos por meio de pequenas aberturas no corpo, já que a seda é extremamente fina.


Fibra de seda integrada em um chip fotônico, conectando três discos que podem armazenar luz.
Foto: Divulgação Nolwenn Huby

Segundo o engenheiro biomédico Fiorenzo Omenetto da Tufts University, em Cambridge, Massachusetts, o material é, acima de tudo, inofensivo, podendo ser implantando no corpo sem qualquer tipo de reação.

A partir dessa característica, outra aplicação futura foi prevista por Omenetto. Os fios de seda podem servir como uma bandagem que pode ser implantada no paciente depois de um procedimento médico, no intuito de monitorar possíveis infecções. E o melhor de tudo é que depois de implantado, o dispositivo não precisará mais ser removido, pois o corpo vai absorver o material, que é biodegradável, naturalmente.

Além da aplicação médica, Omenetto enxerga a possibilidade de utilizar os fios de seda como componentes de gadgets totalmente recicláveis.

Por meio de muito estudo, o pesquisador afirma que o lixo eletrônico pode ser uma coisa do passado. Mas ele salienta que este acontecimento está a décadas de distância. "Circuitos compostáveis são uma coisa, mas os engenheiros ainda precisam descobrir como tornar as baterias e interfaces biodegradáveis. Temos que ser muito realistas sobre essas coisas", acrescentou.



Óleo de cozinha é transformado em biodiesel em universidade dos EUA




Na Universidade de Delaware, nos EUA, estudantes de engenharia produzem o combustível da frota de ônibus da própria instituição. O biodiesel é feito a partir de óleo de cozinha, emite menos poluentes e é biodegradável.

A matéria-prima é transformada em combustível por meio de um método chamado “transesterificação”,  processo que separa a glicerina do óleo vegetal – depois de separado, o óleo já pode ser usado para substituir o diesel.

Cada litro reciclado significa um galão de diesel a menos, segundo o reitor da universidade, Matthew Wehrman. O projeto começou com a doação de um processador de biodiesel, em 2010, por James Seferis, um pesquisador da área de engenharia química que se doutorou na universidade em 1977.

A máquina é capaz de produzir 100 litros de biodiesel a partir de cerca de 150 litros de óleo de cozinha usado. Em média, os alunos produzem semanalmente 42 litros de combustível e 11 litros de glicerina, substância usada na agricultura e produtos farmacêuticos e de beleza.


Fonte: Super Interessante

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Compostagem Caseira: Como fazer?


A compostagem é um processo biológico no qual ocorre a transformação de resíduos orgânicos (por exemplo, restos de comida, papel, folhas…) num adubo natural. Este processo ocorre através da ação de microrganismos, os quais decompõem os elementos da mistura, originando o composto final, o que pode demorar entre 2 a 6 meses.

COMO FAZER A COMPOSTAGEM

1. Escolher o local: Deve ter sombra no verão e sol no inverno, geralmente debaixo de uma árvore;
2. Preparar o fundo: No fundo do compostor, colocar uma camada de ramos para permitir a circulação de ar, a entrada de microrganismos e a drenagem das águas;
3. Boa mistura de materiais: O enchimento do compostor deve ser feito por camadas, intercalando resíduos verdes, ricos em azoto, e resíduos castanhos, ricos em carbono;
4. Garantir arejamento: Remexer o conteúdo do compostor quando compactado;
5. Garantir humidade: Adicionar água se estiver muito seco e adicionar papel, cartão ou folhas secas se estiver muito húmido.

A mistura deve conter camadas intercaladas de resíduos verdes ricos em azoto e resíduos castanhos ricos em carbono!

Resíduos verdes: restos de vegetais crus e cascas de fruta e ovos, borras de café (incluindo os filtros), arroz e massas cozinhados, folhas verdes, sacos de chá, cereais e ervas daninhas sem semente.

Resíduos castanhos: feno, palha, aparas de madeira, folhas secas, ramos, aparas de relva e relva seca.

Resíduos que não se deve colocar: carne, peixe, marisco, laticínios, resíduos de jardim tratados com pesticidas, plantas doentes, plástico, papel, vidro, pilhas, excrementos de animais e gorduras.

Apesar de existirem vários tipos de compostores no mercado, estes podem facilmente ser feitos em casa a partir de uma caixa de cartão, plástico ou madeira furada por baixo.

O composto final pode ser aplicado nas plantações, funcionando como um adubo natural e, desta forma, melhorando a qualidade do solo, ao diminuir a utilização de produtos químicos. Para além disso, elimina os problemas de deposição de estrumes, reduzindo as escorrências e a contaminação de poços por nitratos.

VANTAGENS

• Contribui para a redução dos resíduos enviados para o aterro;
• Permite produzir um adubo natural de boa qualidade, que pode aplicar no seu jardim, horta, vasos e floreiras;
• Melhora a estrutura do solo e a resistência das plantas a pragas;
• Ao utilizar o composto obtido em vez de adubos químicos, reduz a contaminação nos alimentos e no solo.




Edifício Comunitário Sustentável




O edifício comunitário Keast Park foi projetado pelo escritório Lloyd Group para revitalizar a orla de Melbourne, criando um novo ponto de encontro e recreação para a cidade.

O prédio possui dois andares, neles os usos são diversos com café, sanitários, salas de reunião e salas multiusos. Na parte externa as quadras de Bowling Club proporcionam ao usuário a vivência de todo o edifício.

O projeto possui várias estratégias de sustentabilidade aplicadas. Baixo impacto no terreno, a madeira é toda certificada, as varandas são cobertas proporcionando sombreamento, as aberturas são projetadas de maneira que a ventilação cruzada aconteça passivamente, os brises-persianas auxiliam o usuário a filtrar a iluminação e a água coletada da água da chuva pelo telhado é utilizada para a irrigação do jardim.






Fonte: Garimpo Verde

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Bicicleta elétrica dispensa correntes e transforma pedalada em energia



A Footloose é uma bicicleta elétrica inspirada na tecnologia dos carros. O grande diferencial estrutural do modelo está no fato de rejeitar as tradicionais correntes, usadas para mover a roda traseira. No lugar disso, as pedaladas são transformadas em energia.


Assim como em outras bicicletas elétricas, a Footloose funciona exclusivamente a partir do motor ou também pela força exercida pelo usuário. O design foi desenvolvido a partir da cooperação de trabalho dos fornecedores coreanos Mando Corp. e Meister Inc., com o designer britânico Mark Sanders e o especialista holandês em bicicletas Han Goes.


De acordo com os criadores, a bicicleta possui autonomia de até 30 quilômetros com o motor funcionando sozinho, mas este potencial pode ser elevado de acordo com a força exercida pelo ciclista.



O fato de não ter corrente facilita muito o uso, pois reduz as preocupações com a sujeita da graxa ou com a segurança de quem pedala. Através da tecnologia aplicada na substituição deste sistema tradicional, a força exercida no pedal já é automaticamente transformada em energia.

Toda a eletricidade acumulada fica armazenada em uma bateria de íon-lítio, usada para alimentar o motor. Como diferencial tecnológico a Footloose possui uma Unidade de Controle Eletrônico, que trabalha com sensores para a troca de marcha automática, de acordo com as condições do terreno.


Outro item interessante é a utilização de um monitor humano (HMI), que controla o sistema para informar eventuais problemas, ele também informa a distância percorrida, velocidade e a quantidade de eletricidade produzida. O melhor de tudo é que este equipamento é removível e a bicicleta não funciona sem ele, tornando-se assim uma boa estratégia antirroubo. Ela ainda pode ser dobrada para facilitar o transporte.

Por se tratar de um conceito, ainda não existe previsão de que o modelo esteja disponível comercialmente.



Fonte: Ciclo Vivo