quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Compostagem Caseira: Como fazer?


A compostagem é um processo biológico no qual ocorre a transformação de resíduos orgânicos (por exemplo, restos de comida, papel, folhas…) num adubo natural. Este processo ocorre através da ação de microrganismos, os quais decompõem os elementos da mistura, originando o composto final, o que pode demorar entre 2 a 6 meses.

COMO FAZER A COMPOSTAGEM

1. Escolher o local: Deve ter sombra no verão e sol no inverno, geralmente debaixo de uma árvore;
2. Preparar o fundo: No fundo do compostor, colocar uma camada de ramos para permitir a circulação de ar, a entrada de microrganismos e a drenagem das águas;
3. Boa mistura de materiais: O enchimento do compostor deve ser feito por camadas, intercalando resíduos verdes, ricos em azoto, e resíduos castanhos, ricos em carbono;
4. Garantir arejamento: Remexer o conteúdo do compostor quando compactado;
5. Garantir humidade: Adicionar água se estiver muito seco e adicionar papel, cartão ou folhas secas se estiver muito húmido.

A mistura deve conter camadas intercaladas de resíduos verdes ricos em azoto e resíduos castanhos ricos em carbono!

Resíduos verdes: restos de vegetais crus e cascas de fruta e ovos, borras de café (incluindo os filtros), arroz e massas cozinhados, folhas verdes, sacos de chá, cereais e ervas daninhas sem semente.

Resíduos castanhos: feno, palha, aparas de madeira, folhas secas, ramos, aparas de relva e relva seca.

Resíduos que não se deve colocar: carne, peixe, marisco, laticínios, resíduos de jardim tratados com pesticidas, plantas doentes, plástico, papel, vidro, pilhas, excrementos de animais e gorduras.

Apesar de existirem vários tipos de compostores no mercado, estes podem facilmente ser feitos em casa a partir de uma caixa de cartão, plástico ou madeira furada por baixo.

O composto final pode ser aplicado nas plantações, funcionando como um adubo natural e, desta forma, melhorando a qualidade do solo, ao diminuir a utilização de produtos químicos. Para além disso, elimina os problemas de deposição de estrumes, reduzindo as escorrências e a contaminação de poços por nitratos.

VANTAGENS

• Contribui para a redução dos resíduos enviados para o aterro;
• Permite produzir um adubo natural de boa qualidade, que pode aplicar no seu jardim, horta, vasos e floreiras;
• Melhora a estrutura do solo e a resistência das plantas a pragas;
• Ao utilizar o composto obtido em vez de adubos químicos, reduz a contaminação nos alimentos e no solo.




Edifício Comunitário Sustentável




O edifício comunitário Keast Park foi projetado pelo escritório Lloyd Group para revitalizar a orla de Melbourne, criando um novo ponto de encontro e recreação para a cidade.

O prédio possui dois andares, neles os usos são diversos com café, sanitários, salas de reunião e salas multiusos. Na parte externa as quadras de Bowling Club proporcionam ao usuário a vivência de todo o edifício.

O projeto possui várias estratégias de sustentabilidade aplicadas. Baixo impacto no terreno, a madeira é toda certificada, as varandas são cobertas proporcionando sombreamento, as aberturas são projetadas de maneira que a ventilação cruzada aconteça passivamente, os brises-persianas auxiliam o usuário a filtrar a iluminação e a água coletada da água da chuva pelo telhado é utilizada para a irrigação do jardim.






Fonte: Garimpo Verde

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Bicicleta elétrica dispensa correntes e transforma pedalada em energia



A Footloose é uma bicicleta elétrica inspirada na tecnologia dos carros. O grande diferencial estrutural do modelo está no fato de rejeitar as tradicionais correntes, usadas para mover a roda traseira. No lugar disso, as pedaladas são transformadas em energia.


Assim como em outras bicicletas elétricas, a Footloose funciona exclusivamente a partir do motor ou também pela força exercida pelo usuário. O design foi desenvolvido a partir da cooperação de trabalho dos fornecedores coreanos Mando Corp. e Meister Inc., com o designer britânico Mark Sanders e o especialista holandês em bicicletas Han Goes.


De acordo com os criadores, a bicicleta possui autonomia de até 30 quilômetros com o motor funcionando sozinho, mas este potencial pode ser elevado de acordo com a força exercida pelo ciclista.



O fato de não ter corrente facilita muito o uso, pois reduz as preocupações com a sujeita da graxa ou com a segurança de quem pedala. Através da tecnologia aplicada na substituição deste sistema tradicional, a força exercida no pedal já é automaticamente transformada em energia.

Toda a eletricidade acumulada fica armazenada em uma bateria de íon-lítio, usada para alimentar o motor. Como diferencial tecnológico a Footloose possui uma Unidade de Controle Eletrônico, que trabalha com sensores para a troca de marcha automática, de acordo com as condições do terreno.


Outro item interessante é a utilização de um monitor humano (HMI), que controla o sistema para informar eventuais problemas, ele também informa a distância percorrida, velocidade e a quantidade de eletricidade produzida. O melhor de tudo é que este equipamento é removível e a bicicleta não funciona sem ele, tornando-se assim uma boa estratégia antirroubo. Ela ainda pode ser dobrada para facilitar o transporte.

Por se tratar de um conceito, ainda não existe previsão de que o modelo esteja disponível comercialmente.



Fonte: Ciclo Vivo 

Possibilidades de uso para os pneus reciclados


A reutilização, recauchutagem e reciclagem são importantes alternativas para a destinação final de pneus velhos. Eles podem ser utilizados inteiros ou picados, por meio de distintas aplicações. Conheça algumas delas.
 
Contenção de erosão do solo - Pneus inteiros associados a plantas de raízes grandes podem ser utilizados para ajudar na contenção da erosão do solo.



Móveis e decoração - O pneu inteiro também pode virar pufes, poltronas, cadeiras, mesas e o que mais a imaginação permitir.



Equipamentos para playground - Os pneus podem virar diversos brinquedos como balanços, obstáculos e equipamentos para amenizar as quedas e evitar acidentes.

                              

Esportes - Eles também podem se usados em corridas de cavalo e carros, ou eventos que necessitem de uma limitação do território a percorrer.


Sinalização rodoviária e para-choques de carros - Uma outra ideia é reciclar pneus inteiros fazendo postes para sinalização rodoviária e amortecimento de choques, porque diminui os gastos com manutenção e soluciona o problema de armazenagem de pneus velhos.



Pneus picados:

Pavimentos para estradas - A mistura de betume modificado com borracha de pneus usados tem sido empregada com o objetivo de melhorar a capacidade estrutural de pavimentos novos ou que precisam ser recuperados.



Pisos industriais, sola de sapato, tapetes de automóveis, tapetes para banheiros e borracha de vedação - Depois do processo de desvulcanização, que faz parte da reciclagem, pode-se adicionar óleos aromáticos para criar uma pasta, a qual pode ser usada na produção de novos materiais.



Compostagem - O pneu não pode ser transformado em adubo, mas, sua borracha cortada em pedaços de 5 cm pode servir para aeração (processo que proporciona a melhoria da qualidade do solo que muitos agricultores fazem em seus terrenos para o plantio) de compostos orgânicos.

Fonte: Ecodesenvolvimento

Chicago pode ganhar arranha-céus que limpam o ar



Morar em um ambiente sustentável e sem poluição não é, necessariamente, sinônimo de uma casinha no campo. Claro que nas grandes cidades também é possível viver em casas ou edifícios que oferecem qualidade de vida e evitam desperdício de recursos como água e energia. Isso é o que propõem os arquitetos Danny Mui e Benjamin Sahagun para um par de arranha-céu (quem diria) em Chicago, nos Estados Unidos.

Uma das funções verdes destas torres, projetadas enquanto ambos eram estudantes do Illinois Institute of Technology, é limpar o ar da região onde elas seriam construídas. Funcionaria assim: o gás carbônico emitido pelos carros que circulam por perto dos prédios seria absorvido por algas em crescimento, que estariam em tanques biorreatores instalados nos topos e nas laterais das torres.

Outra função destas plantas é servir de matéria-prima para a produção de biocombustível, que abasteceria os automóveis dos residentes dos prédios, como alternativa aos combustíveis de origem fóssil.

E se a forma destes arranha-céus parece estranha à você, saiba que há um motivo: não bloquear a vista para a cidade e criar uma espécie de portão de visão na enorme avenida Eisenhower Expressway, onde os arquitetos sugerem construí-los.

As CO2ngress Gateway Towers, como foram batizados, ainda têm fachadas com camadas duplas de janelas, para eliminar a poluição sonora que chega da rua e abrigar pequenas varandas internas, como você pode ver na foto abaixo.


Por enquanto não há planos de construir este projeto, mas ele rende boas inspirações para as grandes cidades, não é mesmo? Que outras funções ambientais você espera de um prédio ou condomínio? Comente.


Fonte: Super Interessante

Designer cria coleção decorativa feita com sobras de madeira




O designer norueguês Lars Beller desenvolveu uma linha de enfeites feitos a partir de sobras de madeira. A coleção é chamada de Re-turned” e possui ornamentos em formato de aves e ovos. Entre a matéria-prima estão móveis quebrados, que agora ganham uma nova utilidade.

O trabalho não se baseia em técnicas sofisticadas de manufatura da madeira. Pelo contrário, Beller utilizou métodos tradicionais para manusear as madeiras e transformá-las em peças decorativas sutis e de muito bom gosto.

O designer explica que a coleção “Re-turned” transforma o material que seria visto como lixo para se tornar algo desejável. Acima da beleza, ele exalta o fato de serem peças 100% recicláveis, que reforçam a importância do cuidado com a natureza.

Os pássaros criados pela empresa são bastante originais. Formados em somente uma peça, eles variam em tamanho e formato. Mas, sempre mantêm algumas características únicas que alimentam a identidade da coleção, como os pequenos olhos e o bico preto.

Além de ser sustentável no uso da madeira, o designer optou por ter embalagens sustentáveis. Assim, a coleção é comercializada em uma caixa de papelão reciclado. A expectativa é de que os pássaros estejam à venda ainda neste ano, através do site do designer.



Com informações do TreeHugger.

Fonte:  CicloVivo

Nova lâmpada dura 40 anos e economiza 90% de energia



Que tal passar décadas sem precisar trocar uma lâmpada? Uma empresa norte-americana desenvolveu a Firefly LED, uma luz que dura até 40 anos e economiza cerca de 90% da energia utilizada para iluminar os cômodos da sua casa.

No começo deste mês, a Firefly lançou um novo modelo em LED que pretende acabar com as constantes queimas e trocas de lâmpadas, e ainda reduzir, de forma significativa, os gastos com iluminação residencial e os problemas com os descartes de lâmpadas.

Desenvolvida no Texas, a longa duração do novo LED depende de uma tecnologia capaz de reduzir o calor que se forma ao redor da luz: um dissipador reduz a temperatura em 32%, prolongando a vida da lâmpada por até quatro décadas.

Não obstante, a Firefly, empresa responsável pela criação, também patenteou um sistema que permite que a lâmpada funcione com apenas 5% de sua capacidade energética, economizando uma grande quantidade de eletricidade. 

Caso seja necessário melhorar o desempenho da luz, deve-se apenas trocar o dispositivo de LED que fica dentro da estrutura, também fabricado pela empresa. Chamados de Smart LED, os pequenos dispositivos são fáceis de trocar e eliminam a preocupação de reciclagem, sempre associada às incandescentes, fluorescentes e até LEDs convencionais.

O sistema de iluminação desenvolvido pela Firefly pode ser utilizado não apenas por residências, como também por edifícios e empresas. O produto deverá custar cerca de US$ 35 (R$ 70). Embora o preço no mercado seja superior ao das lâmpadas convencionais, a tecnologia permite uma economia de eletricidade em até 90%, o que diminuirá as despesas de iluminação na conta de luz. 

Com informações do TreeHugger.

Fonte: CicloVivo