quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Empresa do DF utiliza garrafas PET na fabricação de roupas e brindes


A empresa ReFábrica produz roupas e brindes ecológicos a partir de garrafas PET recicladas e misturadas ao algodão. Localizada em Taguatinga, no Distrito Federal.

Feitas de politereflalato de etileno, as embalagens PET são 100% recicláveis. Sua composição química não contém nenhum produto tóxico, pois é formada apenas de carbono, hidrogênio e oxigênio. Ao passar por um processo industrial, são derretidas a uma temperatura de 180ºC e transformadas em fibras de poliéster. Associadas ao algodão podem ser usadas para confeccionar qualquer peça de vestuário ou acessório.

A empresária Rosicléia Mendes percebeu que usando essa matéria-prima poderia prosperar profissionalmente e ainda ajudar a preservar o meio ambiente. Ela compra a malha pronta de indústrias de São Paulo e do Rio Grande do Sul e tem a ajuda de uma cooperativa de bordadeiras que dão o toque de poesia a sacolas de supermercado e camisetas de uniformes, entre outras peças. A produção mensal gira em torno de sete mil peças.



A ReFábrica surgiu há três meses para agregar mais valor à trajetória empresarial de Rosicléia. “Não entendia muito da área em que atuava. Comecei com a cara e a coragem. E quase fechei as portas”, recorda. Entretanto, ele fez cursos com o SEBRAE e se capacitou. “Sem esse apoio, não chegaria onde estou”, conta.


A aposta na sustentabilidade da ReFábrica foi certeira. O faturamento médio do negócio é de R$ 35 mil. “Percebi que era hora de inovar. Investir no meio ambiente é investir no futuro”, assinala.



Fonte: Ciclo Vivo 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Festival de cinema ambiental começa hoje no Rio de Janeiro




Começa hoje a 10ª edição do FICA NO RIO. O Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental acontece todos os anos em Goiás e é considerado o terceiro maior do gênero na América Latina.

Na comemoração dos seus 10 anos, a edição carioca irá exibir os vencedores da premiação deste ano (que aconteceu entre junho e julho) e fazer uma retrospectiva com filmes que marcaram a década. “Ao divulgar o cinema ambiental, fomentamos reflexões que servem como inspiração para rotinas, de fato, sustentáveis”, diz Carla Oliveira, idealizadora e realizadora do projeto.

As sessões serão seguidas de debates com especialistas da área ambiental, como André Trigueiro, Sérgio Besserman, Carlos Minc, Bruno Boni e Celina Carpi.

Entre os filmes vencedores que serão apresentados estão três brasileiros, um alemão e um chinês. Um dos brasileiros, “Paralelo 10” (vejatrailer), de Silvio Da-Rin, é o grande vencedor da Mostra Competitiva do FICAGoiás 2012. O filme é baseado no depoimento do sertanista José Carlos Meirelles e do antropólogo Terri de Aquino sobre a nova política indigenista no Brasil para proteger tribos de índios ainda não contatadas.

Os outros dois brasileiros, “Desterro Guarani” (vejatrailer) e “Dia estrelado”,  ganharam menção honrosa. O primeiro é um filme feito pelos índios Patricia Ferreira e Ariel Ortega, com codireção do francês Vincent Carelli, fundador da ONG Vídeo nas Aldeias, que faz uma reflexão do contato dos guaranis com os colonizadores. O segundo é dirigido por Nara Normande, que conta a história de sobrevivência de um menino e sua família numa região inóspita.

Na retrospectiva, serão apresentados os filmes “Surplus, Terrorized into Being Consumers” (Suécia), “Umbrella” (Índia), “The Botton Line, Privatizzing the World” (Canadá) e “Efeito Reciclagem” (Brasil).

Programe-se!

Data: de 3 a 5 de outubro
Endereço: Auditório da Fecomércio – RJ. Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo.
Entrada gratuita

Programação

3/10 (quarta-feira)

15h – Paralelo 10
16h35 – Desterro Guarani
17h20 – Sob Controle
19h – Conferência: Consumo Insustentável – André Trigueiro, Sérgio Besserman e Jorge Yammine.
20h – Umbrella
20h05 – Surplus, Terrorized into Being Consumers

4/10 (quinta-feira)

15h – Dia Estrelado
15h25 – Lamento de Yumen
15h50 – Desterro Guarani
16h35 – Paralelo 10
18h – Surplus, Terrorized into Being Consumers
19h – Conferência: Ecologia x Ecologia – Carlos Minc, Bruno Boni e Celina Carpi
20h – The Bottom Line, Privatizzing the World

5/10 (sexta-feira)

15h – Paralelo 10
16h35 – Lamento de Yumen
17h – Dia Estrelado
17h20 – Umbrella
17h25 – Efeito reciclagem
19h – Conferência: Reciclável não é lixo – Vera Chevalier, Adriana Gryner, Mônica Horta e Cael Horta
20h – Participação especial – Movimento Ecochic Day e Tem Quem Queira


Fonte: Super Interessante

7 efeitos (no mínimo) bizarros do aquecimento global!


Esqueça as enchentes, secas, derretimento de geleiras e outros eventos associados ao aquecimento – a elevação das temperaturas do planeta reserva “surpresas” ainda mais inusitadas. Veja a seguir:

Quer sobreviver ao aquecimento global? Então seja pequeno. Pelo menos essa é a dica para os peixes, segundo um grupo de cientistas que estudam o efeito da elevação das temperaturas sobre a vida marinha.

Em estudo divulgado ontem (2 de Outubro), os pesquisadores alertam que o aquecimento global vai deixar a situação mais difícil para peixes grandes (como a arraia gigante ao lado) que precisam de mais oxigênio que as espécies menores, um recurso cuja concentração tende a diminuir a medida que as águas dos oceanos esquentam.

Mas esse não é o único efeito de causar surpresa associado ao aquecimento global. Outras consequências não menos inusitadas têm sido alvo de estudo dos cientistas.

Heroína mais potente


O aumento das concentrações de dióxido de carbono na atmosfera em um mundo em aquecimento pode ter um efeito drástico sobre a potência do ópio, extraído de papoulas, de acordo com um estudo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês). Apesar da importância dos opiáceos na Medicina para a produção de analgésicos, essas substâncias narcóticas também são usadas na fabricação de drogas, como heroína.

A atual safra de papoulas é duas vezes mais potente do que as cultivadas sob os níveis de dióxido de carbono registrados em 1950, segundo a pesquisa liderada por Lewis Ziska do Laboratório de Mudança Climática, do USDA. Se as projeções se mantiverem, o dióxido de carbono atmosférico vai aumentar em três vezes o nível de morfina nos opiáceos até 2030 e em 4,5 vezes até 2090.

Atchim!


Quem sofre com alergias respiratórias e asma deve se preparar: estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, prevê uma maior incidência nos casos alérgicos em decorrência do aumento das temperaturas. Os cientistas perceberam que os níveis mais elevados de dióxido de carbono estão contribuindo para a antecipação da estação da Primavera. Com as plantas crescendo mais cedo e produzindo mais pólen, a estação das alergias pode durar mais tempo.

Adeus ao Uísque...


O maior produtor mundial de uísque, a Escócia, deverá sentir o impacto das mudanças climáticas na bebida que lhe rende não só fama mas receita vultosa - no ano passado, o país exportou cerca de 12 bilhões de reais em uísque. Há motivos para se preocupar. Estudo encomendado pelo governo escocês em 2011 levantou ricos potenciais associados ao aquecimento global e a bebida.

Entre eles, o de que o suprimento e a qualidade de cereais, especialmente o malte, poderá sofrer, no futuro, com secas, enchentes em regiões produtoras costeiras e doenças na plantação. Temperaturas mais elevadas também poderão tornar menos eficientes o processo de produção e afetar a disponibilidade de água.

...e ao presunto, bacon e linguiça


Amantes de bisteca, salsicha, torresminho e outros derivados suínos, preparem-se: pode faltar carne de porco no mercado. O aviso vem da Associação Nacional de Porcos da Grã-Bretanha (NPA), segundo a qual a seca nos Estados Unidos e a consequente queda na produção de grãos que estão na base da alimentação dos animais já pode ser sentida na produção

A situação é tão preocupante, que os produtores preveem uma escassez mundial de carne de porco e bacon no próximo ano. Já, os agricultores americanos, estimam que os preços da carne de porco vai bater novos recordes em 2013. Segundo economistas entrevistados pelo britânico The Guardian, o custo de levar o bacon para casa nos EUA quase dobrou desde 2006.

Pedra nos rins


Essa é das mais curiosas e difícil de acreditar num primeiro momento, mas um grupo de pesquisadores americanos sugere que a elevação das temperaturas do planeta pode influenciar a formação de cálculos renais. Publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, o estudo diz que aquecimento pode fazer com que 2,2 milhões de pessoas sofram com a doença até 2050, 30% a mais que os casos de hoje.

A explicação é que as temperaturas elevadas podem intensificar a desidratação, apontada como um dos principais fatores de risco para o surgimento de pedras nos rins, uma vez que o baixo volume de urina leva a concentração de sais que formam os cristais.

Céu “em queda”


Uma pesquisa realizada pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, analisou a variação da altura das nuvens na última década, a partir de imagens captadas por satélites da agência espacial americana, Nasa. A altura média global das nuvens diminuiu de 30 a 40 metros entre março de 2000 e fevereiro de 2010, o que equivale a 1% de sua altura tradicional.

Segundo o estudo, publicado recentemente na revista Geophysical Research Letters, a diferença é resultado de uma redução na formação de nuvens em altitudes elevadas. Os cientistas não sabem ao certo quais são as causas dessa baixa, mas especulam que a mudança seja uma reposta ao aquecimento do planeta.

Espécies "sem rumo"


A elevação das temperaturas tem causado o que os cientistas chamam de “estresse térmico” no mundo animal. Durante vinte anos, pesquisadores europeus vêm estudando o movimento de populações de aves e borboletas no continente frente às mudanças cada vez mais constantes no clima.

O resultado preocupa: os animais simplesmente não conseguem migrar na velocidade necessária para habitats com condições propícias para alimentação e procriação e correm risco de desaparecer ao se concentrarem em regiões com clima mais hostil. Ou seja, as aves e borboletas europeias estão voando para longe de seus habitats mais adequados, sofrendo com o tal “estresse térmico”.



Fonte: Exame

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Duas dicas de mobílias feitas com carretéis reaproveitados


Para fazer objetos decorativos ou móveis a partir de materiais reaproveitados é necessário enxergar além do comum. É preciso ver que aquilo que parece lixo, pode ter muita utilidade. Os carretéis são bons exemplos de itens que parecem ter pouca beleza, mas guardam múltiplas funções.

Pode não ser tão comum encontrar carretéis, mas eles são bastante descartados por indústrias e lojas após ficarem velhos ou apresentarem defeitos que possam comprometer a eficiência em seu uso original. Ainda assim, eles podem ser modificados e transformados em itens novos.

A seguir você acompanha duas dicas  para reaproveitar grandes bobinas ou carretéis.

Mesa


O formato do carretel já é propício a esta transformação, pois ele possui um bom apoio no chão e sua superfície é perfeita para servir como mesa. O formato dependerá do tamanho e do modelo de carretel disponível. Caso seja um modelo pequeno, ele pode ser usado como uma mesinha de centro, mesinha para espaços externos ou pode ser adaptado às crianças. Em todos os casos, o primeiro cuidado deve ser com a limpeza do carretel e personalização.

A decoração dependerá do gosto de quem o fará e também do local em que ele será inserido. Para a mesinha de crianças, por exemplo, o carretel pode ser pintado com cores vivas ou desenhos infantis. Se o interesse for um design mais rústico, basta lixá-lo e usar verniz, para manter a cor natural da madeira.

Tendo dois carretéis grandes e do mesmo tamanho é possível fazer uma mesa de jantar. Basta empilhá-los, fixá-los, para evitar acidentes, e utilizar um tampo de vidro em formato circular. Neste caso, como nas opções anteriores, é possível pintar a madeira ou mantê-la na cor original.

Suporte para livros e revistas

Para fazer o suporte para livros ou revistas os cuidados iniciais devem ser os mesmo da mesinha. Primeiro deve-se atentar à higienização do material e depois escolher se ele será pintado ou se serão mantidas as características naturais do carretel.

A segunda etapa consiste em fazer as divisórias para que os livros permaneçam em pé. Assim, corte cabos de vassoura, na mesma medida do vão do carretel, e fixe-os, utilizando pregos. A quantidade de divisórias necessárias pode variar de acordo com o tamanho do carretel, mas em média são usadas de seis a oito divisórias. Desta forma ele já estará pronto para o uso, ainda é possível acrescentar rodinhas para que fique mais fácil o transporte. Os livros são acomodados na parte central do carretel, enquanto a superfície também pode funcionar como uma mesinha.
Fonte: Ciclo Vivo 

Boletim Seminário "Alterações do Código Florestal e os Desafios do Desenvolvimento Sustentável"


Boletim ABES Setembro


Quem são os presidentes mais "verdes" da história dos EUA


Levantamento inédito feito pela revista Corporate Knights contou com a participação de representantes de 12 grupos ambientalistas de peso, como o WWF, Greenpeace, Worldwatch Institute e Friends of the Earth. Veja quem fez mais pelo meio ambiente e por quê.

Legado ambiental


A menos de dois meses da eleição presidencial americana, a Corporate Knights, publicação canadense especializada em responsabilidade social e desenvolvimento sustentável, divulgou o resultado de um outro tipo de votação: a dos presidentes mais "verdes" da história dos Estados Unidos. O levantamento inédito contou com a participação de representantes de 12 grupos ambientalistas de peso, como o World Wildlife Fund (WWF), Greenpeace, Worldwatch Institute e Friends of the Earth. Cada um foi solicitado a classificar três governantes de acordo com a importância que deram ao meio ambiente.

O primeiro presidente escolhido recebia três pontos, o segundo, dois pontos, e o terceiro ecolhido, um ponto. De um total de 44 presidentes que governaram o país ao longo de 223 anos, apenas oito receberam votos suficientes para compor o ranking. Os quatro últimos colocados foram Thomas Jefferson, Gerald Ford, Franklin Roosevelt e Bill Clinton. Os quatro presidentes mais "verdes" dos EUA você confere nos slides a seguir.

Theodore Roosevelt


Theodore "Teddy" Roosevelt venceu com folga a pesquisa, somando um total de 28 pontos. Educado em casa quando criança, Roosevelt colecionava amostras da fauna e flora e se debruçava atentamente horas a fio sobre livros de história natural e zoologia. Na maturidade, a apreciação estética da natureza deu lugar à convicção de que as maravilhas naturais da América não era um luxo para poucos, mas uma herança comum ao povo americano e que deveria ser preservado ao longo de gerações.

Em 1903, o então presidente dos EUA assinou um decreto que criava a primeira reserva nacional de proteção à vida silvestre na Ilha do Pelicano, na Flórida. Ao deixar o cargo, em 1908, ele havia criado 150 florestas nacionais, 51 reservas federais de aves e cinco parques nacionais. Na ponta do lápis, ele protegeu 230 milhões de hectares, cerca de 10% toda a área de terra dos Estados Unidos.

Richard Nixon


Único presidente americano a renunciar, Richard Nixon estava longe de ter a avidez conservacionista de Roosevelt e tampouco compartilhava do fervor ambientalista nascente das décadas de 60 e 70. O que Nixon tinha, no entanto, era um país de rios degradados e ar com níveis altos de poluição, além de 20 milhões de pessoas em passeata pela comemoração do primeiro Dia da Terra, em 1970. Independentemente do que pensasse, o momento era propício para a aprovação de leis ambientais.

E foi isso o que Nixon fez. A lista de leis criadas durante seu mandato é de perder de vista. Entre elas, destacam-se a Lei Nacional de Política Ambiental, uma poderosa extensão da Lei do Ar Puro (que estabelecia padrões rigorosos para controle da poluição atmosférica), a Lei de Proteção dos Mamíferos Marinhos, a Lei da Água Potável, a Lei de Controle Ambiental Federal de pesticidas e a Lei de Espécies Ameaçadas. Nixon esteve na vanguarda da luta da defesa do meio ambiente, ainda, ao criar a Agência de Proteção Ambiental (EPA).

Jimmy Carter


O ex-presidente americano Jimmy Carter foi eleito o terceiro governante americano que mais fez pelo meio ambiente - ou pelo menos tentou. Ao contrário de Nixon, Carter realmente se importava com a questão ambiental, tinha ideias e propostas ambiciosas, mas suas intenções eram muitas vezes anuladas pelas circunstâncias e execução fraca, diz o estudo da Corporate Knights.

Ainda assim, o ex-presidente deixou um legado relevante. Durante seu governo, ele assinou o ato da conservação das terras do interesse nacional do Alaska em 1980, e criou o “Superfundo”, um programa federal para limpar áreas de contaminação industrial no país. Ao se deparar com a grave crise de petróleo que durou por todo seu governo, Carter criou legislações destinadas a incentivar a conservação de energia e estimular fontes alternativas de energia, como eólica e solar. Para dar o exemplo, mandou instalar paineis solares sobre a Casa Branca.

Barack Obama


Quarto colocado, o atual presidente dos EUA, Barack Obama, frustrou muitos ambientalistas que viam em seu governo a oportunidade de gerar as mudanças necessárias para responder à altura o aquecimento global e as mudanças climáticas. Segundo Erich Pica, presidente da Friends of the Earth, a crise econômica mundial não deixou espaço para ações climáticas de grande peso. "Ele está muito mais interessado em economia global do que no ambiente", disse à Corporate Knights.

Entretanto, Obama destinou nada menos do que 80 bilhões de dólares para energias renováveis e também lançou uma plano de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa que deverá estabelecer pela primeira vez um padrão de limites de poluição para veículos no país. Para muitos, isso já é suficiente para inclui-lo na lista na quarta posição. Obama também atualizou as regras da Lei do Ar Limpo, para o mercúrio e dióxido de enxofre, e incluiu o dióxido de carbono, o que ajudou a reduzir o papel do carbono-pesado da energia a carvão no mix de eletricidade americana.

Votos e ranking final
Na tabela, você confere em quem cada grupo ambientalista votou. Abaixo, o ranking final com a pontuação e a colocação de cada um dos presidentes americanos:




Fonte: Exame