segunda-feira, 1 de outubro de 2012

6 incríveis construções futuristas que imitam a natureza


Você já ouviu falar de Biomimética? O conceito, que vem do grego bios (vida) e mimesi (imitação), aplica-se às criações humanas que tem na natureza sua maior fonte de inspiração, como esses fascinantes projetos de arquitetura ecológica.



Bionic Arch: uma joia em Taiwan
Preocupada em reduzir suas emissões, a cidade de Taichung em Taiwan lançou no ano passado um concurso de projetos de arquitetura para ocupar uma área antes ocupada pelo aeroporto local, que mudou de endereço.

O vencedor da competição foi ninguém menos do que o visionário arquiteto belga Vincent Callebaut, que projetou uma imensa torre verde que não só combina como supera os principais indicadores de um edifício sustentável.

Chamada de Bionich Arc, a torre em forma orgânica foi orçada em 85 milhões de reais e terá emissão zero de carbono. Com jardins suspensos integrados em toda sua fachada, o edifíco de 119 m será capaz de produzir sua própria energia a partir de fontes alternativas, como solar e eólica.



Wetropolis: a Bangkok do amanhã
Bangkok, na Tailândia, corre risco de sofrer com a elevação do nível do mar até meados do século. Para resolver esse problema, a firma de arquitetura S+PBA bolou uma solução interessante: um conceito de comunidade para “um futuro pós-diluviano”. O projeto abraça um estilo de vida anfíbia, em vez de lutar contra ao aumento do nível das águas.

A ideia é reproduzir toda uma rede e infraestrutura urbana acima do mar chamada de “Wetropolis”, que contaria com escolas, espaços públicos, indústria e todo tipo de serviço público. Os arquitetos preveem até espaços verdes, como parques e florestas e manguezais, que além de favorecer a atividade de carcinicultura, tambem ajudariam a filtrar a água e renovar o ar da cidade.


     
Um “prédio cacto” em pleno deserto
O Ministério das Relações Municipais e da Agricultura do Qatar, no Oriente Médio, está preparando a construção de um novo prédio comercial que tem a forma de um cacto. Desenhado por um escritório de arquitetura tailandês, o edifício utiliza-se de estratégia semelhante a de um cacto para sobreviver no ambiente quente e seco, característicos dos desertos árabes.

A exemplo daquela planta, que durante a noite “transpira” para reter a água ao longo do dia, a construção também contará com um sistema que abre e fecha ventanas, criando sombras e controlando a temperatura interior de acordo com as variações de temperatura. O projeto é parte de um programa bilionário de incentivo à construção verde para racionalizar o uso de energia no país.


Torres autossuficientes em Seoul
Buscando conciliar crescimento urbano, sustentabilidade e qualidade de vida, os arquitetos coreanos da Mass Studies projetaram o Seoul Commune 2026.

Trata-se de um conjunto de torres sustentáveis em formato orgânico, que podem ter entre 16 e 53 andares, no bairro de Apgujongdong, uma das regiões mais densamente povoadas do mundo, em Seoul. Além de apartamentos, cada torre abrigaria restaurantes, teatros, um complexo de compras, além de outras opções de lazer.

Autossuficientes em energia, as torres possuem uma cobertura de cristais fotovoltaicos, além de um revestimento verde composto de plantas, que ajuda a controlar a temperatura interna dos edifícios.


Ilhas artificiais para as Maldivas
Pelo menos 80% do arquipélago das Maldivas, localizado no oceano Índico, está apenas um metro acima do nível do mar. Uma elevação brusca das águas poderia varrer do mapa esse paraíso de praias de areia branquinha, palmeiras e atóis de corais.

No último século, o nível do mar já subiu 20 centímetros em algumas partes do país. Temendo o pior, o governo local estuda comprar um novo território para o seu povo. Mas para o arquiteto Koen Olthuis do Waterstudio a solução é criar mini-ilhas flutuantes. Elas teriam formato de estrela-do-mar e contariam com amplos espaços verdes e praias artificiais.


Arca em forma de vitória-régia
Eventos climáticos extremos têm deixado milhares de desabrigados em todo o mundo. Se as previsões de elevação dos níveis dos mares se concretizarem, será preciso encontrar um novo lar para os refugiados climáticos.

A solução para nos manter a tona vem também do visionário arquiteto belga Vincent Callebaut, que criou a cidade flutuante Lilypad. O complexo é formado por arcas em formato de flor, cada uma com capacidade de abrigar até 50 mil pessoas.



Fonte: Exame

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

São Paulo ganha mais quatro estações de empréstimos de bike


O sistema de empréstimo de bicicletas foi ampliado em São Paulo. Três das novas estações estão localizadas no bairro do Itaim Bibi e a quarta foi inaugurada na Vila Olímpia.

A previsão do Bike Sampa é somar cem estações e mil bikes disponíveis até o fim do ano. | Foto: Itaú/Bike Sampa



As estações foram inauguradas em comemoração ao Dia Mundial Sem Carro, ocorrido no último sábado (22 de Setembro). Agora serão 30 pontos de retirada e devolução, os demais postos funcionam nos bairros da Vila Mariana, Vila Nova Conceição, Jardins e Paraíso. Totalizando, 300 bicicletas disponíveis para os paulistanos, sendo que o ciclista é cobrado somente após meia hora de uso.

Após esse tempo, o usuário deve pagar cinco reais a cada 30 minutos. Uma das vantagens desse sistema é que a bike pode ser devolvida em qualquer estação, ou seja, se o usuário tiver uma estação perto de casa e outra perto do trabalho, ele pode realizar o trajeto com ela e se gastar até meia hora no percurso poderá fazê-lo sem custo algum.

Não há limite de empréstimo diário, basta que o usuário dê um intervalo de ao menos 15 minutos. De todas as estações, a Brigadeiro é a campeã de retiradas. Enquanto que a do parque Ibirapuera lidera a lista das que são entregues mais rapidamente.

Os usuários se cadastram previamente pela internet e têm o serviço disponível diariamente, entre 6h e 22h. O Bike Sampa é uma parceria da prefeitura com três empresas: Samba, Sertell e Itaú-Unibanco. Por conta disso, pode se ver a marca do banco Itaú estampada nas bicicletas.

O programa de empréstimo Bike Sampa está em sua segunda etapa, que tem a previsão de somar cem estações e mil bikes disponíveis até o fim do ano. De acordo com o planejamento, serão três mil bicicletas em 300 estações em diversas regiões da capital paulista.


Com informações da Folha.
Fonte: CicloVivo

Que tal ouvir a natureza em alto e bom som?


Amplificadores em forma de trompetes gigantes são atração em programa ao ar livre que une arte e educação ambiental no interior da Inglaterra.


Imersos na correria dos grandes centros urbanos, às vezes fica difícil encontrar uma brecha para relaxar ao ar livre, contemplar a natureza e ouvir seu som tranquilizante. Sabendo disso, o estúdio de design britânico Weave resolveu otimizar a experiência do contato com o meio ambiente para quem quiser compensar a falta de oportunidade.



Eles instalaram cones em forma trompetes gigantes para amplificar o som da natureza, em uma propriedade no interior de Derb, na Inglaterra. Através da arte, os visitantes interagem de uma forma divertida e cheia de emoções com as vibrações do lugar.



A água que corre no riacho, a vida escondida nos galhos da árvore, a cantoria dos pássaros e o sopro forte do vento, tudo isso ganha dimensões fora do comum por meio dos aparelhos instalados em pontos estratégicos.



O projeto chamado “Here Heres” ( O Aqui Ouve, em tradução livre) foi desenvolvido em parceria com a Nacional Trust, uma instituição que trabalha na preservação de patrimônios culturais, históricos e naturais.


Fonte: Exame

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Portland, a cidade mais sustentável dos Estados Unidos



Situada entre as montanhas e os vulcões no estado de Oregon, nos EUA, a cidade de Portland tem mais de dois milhões de habitantes que aprenderam a desenvolver soluções que respeitam o meio ambiente, desde o transporte urbano à geração de energia.

Conhecida como a “comunidade dos 20 minutos”, o município é considerado o melhor lugar para andar de bicicleta nos Estados Unidos. Cerca de ¼ da população utiliza as bikes diariamente, como principal meio de transporte. Além disso, o centro da cidade é integrado por um bonde gratuito, e os projetos de carona solidária trazem resultados cada vez melhores.

Para os habitantes que não se arriscam a usar as bicicletas, uma alternativa é o Zip Car, um serviço de aluguel de veículos elétricos que custa, em média, US$ 8 por hora. Os automóveis funcionam perfeitamente e podem ser alugados em vários pontos da metrópole.

Por meio de seu planejamento urbanístico, Portland se tornou um dos municípios norte-americanos que mais reduziram suas emissões de carbono nos últimos anos, e isso se deve às políticas públicas que equilibram os interesses urbanos com o cuidado ambiental. Ao contrário do restante dos EUA, em que a principal matriz energética é o carvão mineral, mais da metade da energia consumida em Portland vem de fontes geotérmicas e hidrelétricas, totalmente renováveis.

A onda sustentável chegou à cidade muito antes de o termo ser o “queridinho” dos políticos e das grandes corporações. Ainda em 1903, o paisagista John Charles Olmsted elaborou um projeto para o Conselho do Portland Park. Nesse relatório, Olmsted propôs a criação de áreas de convivência para a população, num espaço que agregasse, simultaneamente, áreas verdes e construções. Mais tarde, com o crescimento do complexo viário da cidade, uma grande avenida foi substituída por um parque às margens do rio Willamette. Portland também foi o primeiro município a assinar o contrato de redução dos índices de emissões de CO2 na atmosfera.

A meta municipal consiste em reduzir as emissões de carbono em 80% até 2050, através de medidas que incentivam a construção de pavilhões sustentáveis. Um dos planos, já em execução, é criar um bairro inteiro de edifícios com o selo ambiental LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).

O equilíbrio estabelecido na cidade tem atraído um número cada vez maior de pessoas e corporações. Por isso, grandes empresas estão migrando para a região, atualmente uma das mais procuradas como destino de intercâmbio.



Com informações da revista Planeta.

Fonte: CicloVivo

Mudanças climáticas podem matar 100 milhões de pessoas até 2030



Um relatório encomendado por 20 países alerta que mais de cem milhões de pessoas poderão morrer até 2030, caso as medidas de combate às mudanças climáticas sejam suspensas. As principais causas estão atreladas ao aquecimento global.

O estudo ainda diz que, atualmente, cinco milhões de pessoas morrem a cada ano devido à fome, poluição do ar e outros problemas gerados pelos danos que a humanidade está causando ao meio ambiente. No entanto, o número de vítimas até 2030 deverá subir para seis milhões ao ano, se o uso dos combustíveis fósseis continuar como tem sido hoje.

O documento, encomendado pelo Fórum Clima Vulnerável e produzido pela organização humanitária Dara, foi apresentado nesta quarta-feira (26), e também informa que o crescimento da economia global vai diminuir em 3,2% o Produto Interno Bruto (PIB) caso as ações contra as mudanças climáticas sejam suspensas.

Há dois anos, 200 países concordaram em reduzir as emissões de carbono para frear o aquecimento do planeta, porém, especialistas acreditam que a queima de combustíveis fósseis pode fazer com que o aumento da temperatura ultrapasse 2ºC  até 2030, piorando as condições de sobrevivência na Terra.

Naturalmente, os países em desenvolvimento deverão apresentar o maior número de vítimas, pois neles há maior concentração de empresas e parques industriais, além de possuírem planos de planejamento ambiental menos efetivos. No entanto, as nações mais pobres ficarão mais comprometidas ainda, já que enfrentam problemas econômicos e socioambientais, como pobreza extrema, doenças, escassez de água e fome. Nesses países, estima-se que o PIB apresente uma queda de 11% até 2030. Com informações do Globo Natureza.


Fonte: Ciclo Vivo

Equipamentos reaproveitam água da torneira em vasos sanitários




As descargas nos vasos sanitários que acionamos todos os dias geram incontáveis perdas de água. Estima-se que, todos os anos, mais de 19 mil m³ de água escorram pelo ralo. Para minimizar os efeitos dessas perdas, algumas empresas estão desenvolvendo alternativas de reaproveitamento. O conceito é simples: os novos equipamentos utilizam a água que cai pelo cano da pia e reaproveitam-na no sistema de descarga.

Os australianos da Caroma produziram o Profile 5, um dispositivo que é, ao mesmo tempo, torneira e vaso sanitário. Ele vem com uma pia instalada na parte superior, aproveitando o espaço do banheiro e dispensando o uso da água diretamente no vaso. Esse sistema garante uma redução de até 70% no consumo de água nos banheiros.

A empresa faz parte dos conselhos ecológicos do Canadá e dos EUA, e o projeto da Profile 5 foi eleito entre os dez utensílios mais brilhantes pela revista norte-americana Popular Mechanics.

Acompanhando a tendência de produção, a empresa norte-americana Sloan Valve desenvolveu oSloan® AQUS® Greywater System, um sistema de reaproveitamento no qual toda a água que cai da torneira é posteriormente utilizada na descarga.

O reuso acontece em etapas: primeiramente, a água passa por um filtro que retém os resíduos dispensados na pia. Logo depois, ela fica depositada numa caixa embaixo do lavatório, até que alguém acione a descarga, bombeando a água armazenada para o vaso.


Fonte: CicloVivo

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Estudantes dos EUA desenvolvem “o veículo elétrico mais leve do mundo”


Essa vem da Universidade de Stanford, nos EUA: estudantes criaram o que chamam de “o veículo elétrico mais leve do mundo”. O Boosted Boards é o velho e conhecido skate, mas equipado com dois motores de 2,6 cavalos nas rodas traseiras, o que permite que o usuário se locomova a até 32 km/h e não faça muito esforço nas subidas.


No site oficial do projeto, a equipe explica: “Para viagens curtas, você não precisa se preocupar com estacionamento, trânsito, combustível, cadeados para bicicletas e subidas. E o mais importante de tudo é que aproveita o seu passeio todos os dias”.
Um dos diferenciais do modelo é que o tamanho é muito similar aos skates tradicionais. Com os motores, pesa entre 5 e 6 quilos e possui um sistema fácil de controlar. “Você pode levar para a sala de aula, o escritório, o apartamento, no ônibus e até a bordo de um avião”.


O skate vem com um aparelho que carrega sua bateria em menos de duas horas (como um notebook ou um celular). Com a carga completa, a autonomia é de aproximadamente 10 km.
O trabalho começou há cerca de um ano e o grupo já construiu 10 protótipos diferentes – todos testados e “melhorados”. Para o desenvolvimento do produto, estão arrecadando verba em um site de financiamento colaborativo. No final das contas, já conseguiram três vezes o valor necessário e contam com mais de 700 pessoas na fila de espera para comprar um exemplar.


A intenção dos garotos é “mudar o mundo dos transportes e alterar a percepção que as pessoas têm do que pode ser um veículo”. Neste link você pode ver um vídeo (em inglês) que explica mais sobre o projeto e mostra a construção dos protótipos.



Fonte: Super Interessante