quinta-feira, 20 de setembro de 2012
5 maneiras de fazer artesanato com jornal
Os jornais são itens que possuem
sua funcionalidade original por um período de tempo muito curto. Eles são
atuais por apenas um dia e depois são descartados. No entanto, esse papel pode
ser usado como matéria-prima para diferentes tipos de artesanatos. Por isso, o
CicloVivo separou cinco dicas do que fazer com o jornal.
Descanso de copo ou panela
A maior parte dos artesanatos
feitos com jornal se iniciam com o mesmo preparo, fazer canudos de papel. O
grande diferencial é o tamanho deles, que irá variar de acordo com o resultado
desejado.
Para fazer o descanso de copo,
basta fazer o canudo e depois enrolá-lo, até que chegue à circunferência ideal
suportar o copo. Para o descanso de panela, a técnica é a mesma, apenas o
tamanho que precisa ser diferente, de acordo com a necessidade de quem for
usar.
Os canudos podem ser colados com
cola branca e o ideal é que, para finalizar, o material seja impermeabilizado.
Isso pode ser feito com uma mão de cola branca ou verniz.
Cesta
As cestas feitas de jornal ficam parecidas
com as de vime, inclusive em sua praticidade e utilidade. Para fazer uma dessas
o ideal é fazer canudos do tamanho de uma folha de jornal dividida em quatro
partes.
Com os canudos em mãos é preciso
começar a trançar. Separe oito canudos. Os primeiros quatro devem ser dispostos
lado a lado, com distância média de dois centímetros. Os outros quatro devem
ser “costurados” entre os já existentes. Isso deve ser feito com todos os
canudos, até que a cesta chegue ao tamanho desejado.
Da mesma forma que a dica
anterior, é ideal usar o verniz para impermeabilizá-la. Depois de pronta atente
para que ela não tenha contato com líquidos, para não estragar.
Chaveiros
Os mesmos canudos usados na
primeira servem para fazer chaveiros. As bolinhas, feitas com os canudos de
jornal podem ser unidas, formando diversas peças. Uma dica é a flor, que
precisa seis rolinhos pequenos e um maior, que será o central, onde o restante
será fixado.
Também é possível fazer um
ursinho, com dois rolos médios e seis bem pequenos, que formarão as orelhas,
braços e pernas. Impermeabilize o artesanato e prenda nele uma fita e a argola
de chaveiro. Uma boa opção para deixar as peças ainda mais bonitas é pintá-las.
Máscaras
Essa dica é ideal para as
crianças, que podem soltar a criatividade a ainda se divertir muito. Para fazer
a máscara é necessário; jornal, tesoura, cola, bexiga e tinta de muitas cores.
O primeiro passo é encher a
bexiga, do tamanho próximo ao do rosto da pessoa que irá usá-la. Depois, corte
o jornal em quadrados e cole-o na bexiga, usando a cola branca. Repita isso
por, pelo menos, cinco vezes. Será esse cuidado que deixará a máscara mais
resistente.
Depois que a cola secar, estoure
a bexiga, corte o espaço para os olhos e pinte de acordo com o tema escolhido.
Porta-retrato
O porta-retrato feito de jornal
deve ser feito para pendurar na parede. Por isso, volte aos canudos e separe
parte deles para fazer as rodinhas de jornal e outra parte para usar como o
molde da foto e como a alça para fixá-lo na parede.
Para esse artesanato é necessário
ter uma estrutura, que pode ser papelão, onde a foto será colada. É importante
que ele esteja pintado, de acordo com as cores escolhidas para pintar as peças
feitas de jornal.
Cole a foto no papelão, use um
dos canudos de jornal para emoldurar a foto e depois faça os enfeitas com as
rodinhas coloridas.
Você também pode fazer um
porta-garrafas (veja aqui), saquinhos para lixo (veja aqui) e até chinelos
(veja aqui). Essas são apenas algumas dicas, mas o jornal é um material útil
para uma infinidade de coisas, basta deixar a criatividade rolar.
Fonte: Ciclo Vivo
Estudo aponta que injustiça ambiental afeta a saúde coletiva
Segundo o estudo, a principal resultante do impacto
ambiental sofrido pelas populações é a piora em sua qualidade de vida.
Árvore: estudo considera saúde não apenas na sua dimensão
biomédica, mas também questões relacionadas a conflitos, qualidade de vida e
cultura.
Estudo elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a
ONG Fase aponta que atualmente existem pelo menos 343 conflitos ambientais no
Brasil com impacto na saúde coletiva, sendo que as mais atingidas são as
populações indígenas (33,67%), agricultores familiares (31,99%) e quilombolas
(21,55%), em regiões rurais (60,85%), urbanas (30,99%) e em áreas com
características não definidas (8,17%).
Segundo o Mapa da Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil, a
principal resultante do impacto ambiental sofrido pelas populações é a piora em
sua qualidade de vida (79,8%), segundo texto publicado no site da Fiocruz. O
estudo considera saúde não apenas na sua dimensão biomédica, mas também
questões relacionadas a conflitos, qualidade de vida, cultura, tradições e
violência. Os conflitos foram denunciados pela populações e movimentos sociais.
"O segundo grave problema das comunidades é a
violência, nas formas de ameaça (37,71%), coação física (15,82%), lesão
corporal (12,12%) e assassinato (10,10%). Outros problemas de saúde também
impactados significativamente em situações de injustiça ambiental são doenças
não transmissíveis (40,07%) e insegurança alimentar (30,98%)", continua o
texto.
Para o coordenador geral do projeto e pesquisador da Escola
Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Marcelo Firpo, "nenhum
crescimento econômico deveria justificar assassinatos, qualquer tipo de
violência ou a perda da qualidade de vida das populações, atingidas em seus
territórios. Mas não é isso o que acontece".
Fonte: Exame
Empresa mineira desenvolve produto sustentável que retira óleo na superfície da água
A empresa mineira Hydro Clean está lançando o OilSampler. O
produto foi desenvolvido para retirar amostras de óleo na superfície da água.
De acordo com o diretor da companhia, Jader Martins, no caso
de vazamento em um poço, o equipamento serve para calcular a quantidade de óleo
perdida. "Quando se tem uma amostra e área conseguimos dimensionar o
tamanho do estrago", afirma.
O produto também é ecológico e eficiente em extensões
maiores de água. É recomendável para empresas que têm poços de contenção de
óleo, tanques, em refinarias, mineradoras e siderúrgicas.
De acordo com outro executivo da Hydro Clean, José Ferreira
Vilaça, há seis anos, desde que começaram a contar com o apoio do Sebrae, a
carteira de clientes cresceu 40% e o faturamento aumentou 30%.
"A venda dos nossos produtos dependem muito da
consciência ecológica do empresário. Por isso, fazemos consultorias frequentes
que nos proporciona conseguir novos clientes e fazer com que os que já
prestigiam nossos equipamentos voltem a comprar", observou.
Fonte: CicloVivo
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Semana da Carona Solidária começa no dia 17 em SP
Para começar as movimentações
para o Dia Mundial Sem Carro, que acontece no dia 22 de setembro, a CET
(Companhia de Engenharia de Tráfego) promove na cidade de São Paulo a Semana da
Carona Solidária, entre os dias 17 e 21 de setembro. Durante esses dias, será
aplicado um esquema nas nove faixas reversíveis da cidade: apenas veículos com
mais de um ocupante poderão transitar por elas.
Veja os locais da Semana da
Carona Solidária (local/trecho/sentido/horário de funcionamento):
- Ponte da Bandeiras/Santos
Dumont/Praça Campo de Bagatele e Rua dos Bandeirantes/Sentido Centro/6:00 ÀS
9:00;
- Avenida Luiz Dumont Vilares/Rua
Viri e Praça Orlando Silva/Sentido Centro/6:00 ÀS 9:00;
- Ponte da Casa Verde/Avenida
Braz Leme e Rua Baronesa de Porto Carreiro/Sentido Centro/6:00 ÀS 9:00;
- Ponte da Casa Verde/Rua
Baronesa de Porto Carreiro e Avenida Braz Leme/Sentido Bairro/17:00 ÀS 20:00;
- Ponte dos Remédios/Avenida dos Remédios e Rua Major Paladino/
- Sentido Centro /6:00 ÀS 9:00;
- Avenida Radial Leste/Rua Pinhalzinho e Rua do Glicério/
- Sentido Centro/6:00 ÀS 9:00;
- Avenida Radial Leste/Rua do Glicério e Rua Vilela/
- Sentido Bairro /17:00 ÀS 19:30;
- Morumbi/Giovanni Gronchi/Rua José Pepe e Rua Alberto Penteado/
- Sentido Centro /6:30 ÀS 9:30;
- Ponte João Dias/Ponte João Dias e Rua Bento Branco de Andrade Filho/Sentido Centro/6:00 ÀS 8:30;
Fonte: Atitude Sustentável
Em SP, teatro é reaberto no “Minhocão” com proposta sustentável
O Eco Teatro Paiol Cultural,
localizado no bairro Vila Buarque, em São Paulo, será reaberto após cinco anos
desativado. Agora o teatro reabre com o espetáculo “Aquilo Não Cabe no Caixão”,
baseado em obra do autor inglês Mark Ramsden.
Sem nenhuma proposta ecológica,
ele foi inaugurado em 1969. Antes de seu fechamento, o Paiol Cultural era
apenas um teatro comum. Foi o ator Marcelo Mendes que resolveu tomar a
iniciativa de reabrir o espaço com um projeto bem diferente do original.
Mendes tem a parceria da empresa
Cio da Terra. A ideia é criar um centro que respeite os princípios da
permacultura. Uma das novidades é que a água da pia dos banheiros será
reaproveitada para uso nos próprios banheiros. Para a climatização do ambiente
será usada energia solar. No espaço também terá um jardim.
As técnicas de permacultura
também são utilizadas na reforma do espaço. Através de oficinas, será feito um
material para revestimento do teto e isolamento acústico. A substância é
composta da mistura de celulose e fibras com água. O ator afirma que é o
primeiro teatro do gênero no país.
Mendes abandonou seu emprego em
uma empresa de cenografia para dedicar-se totalmente ao projeto, que além do
teatro inclui um café, espaço para bandas e pista de dança. “O Paiol está no
marco do teatro paulistano, já teve um período glamuroso. É muito interessante
tê-lo de volta”, afirmou ao G1.
Atualmente, o ator está em busca
de patrocínio para o projeto. O teatro está localizado na Avenida Amaral
Gurgel, por onde passa o elevado Costa e Silva, mais conhecido como Minhocão.
Aliás, a inauguração desta construção ajudou na lenta degradação do espaço e da
região central da cidade. O mesmo local serviu de cinema de filmes
pornográficos antes de seu fechamento.
Aos poucos a região central está
voltando a ser tomada pelos movimentos artísticos. Um grupo que ganhou
notoriedade é o Movimento Baixo Centro, que sem autorização realiza diversos
eventos na cidade de São Paulo. O objetivo é utilizar o espaço público para
fazer qualquer tipo de manifestação cultural.
Fonte: Ciclo Vivo
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