terça-feira, 11 de setembro de 2012

Veja quanto a energia representa nos preços dos produtos



A presidente Dilma Rousseff anunciou oficialmente nesta terça-feira (11) que as contas de energia elétrica vão ficar mais baratas a partir de 2013. Para os consumidores, a fatura vai ficar em média 16,2% mais barata. Já as indústrias terão queda de até 28% no custo.

Em discurso na última quinta-feira (6), a presidente já havia adiantado o governo pretendia reduzir o custo da energia. Na ocasião, Dilma afirmou que a queda do custo da energia elétrica “tornará o setor produtivo ainda mais competitivo”.

Segundo levantamento feito a pedido do G1 pelo Grupo Azo e pela Chiarini Consultoria, a energia representa cerca de 5% do custo médio de um veículo. No caso de alimentos, pode chegar a 2%. (Veja no gráfico acima)

Fonte: Globo.com 

Dicas para fazer cadeira e bicicletário reaproveitando tonéis de óleo


O designer italiano Roberto Volpe, entre diversas criações, adotou uma maneira sustentável de fazer um prático bicicletário. A ideia pode ser copiada por qualquer pessoa, pois é simples e funcional.

Para fazê-lo em casa são necessários apenas um barril de óleo e uma serra específica para cortar latão. O primeiro passo é cortar o barril ao meio. Nesta metade faça seis cavidades para estacionar as bikes. Por fim, faça uma pintura na peça. O resultado você pode ver na imagem da galeria.

Apesar de ser fácil, o resultado é muito interessante. Prova de sua originalidade é que este trabalho intitulado Bike Park ficou em primeiro lugar no concurso Up Design Sustentável.


Roberto Volpe tem mestrado em Design de Produto pela Universidade de Veneza. Para o designer, a aparência é muito importante, mas não é somente isso que conta. Por isso, ele foca no Design Estratégico. “A estratégia começa com uma análise aprofundada das necessidades dos consumidores e as capacidades tecnológicas do fabricante”, afirma ele em seu site.

Também na Itália outro estúdio, o 4P1B, projetou um estacionamento de bike com pequenas colunas de aço. Com um desenho de uma mão, a parte vazada é onde o usuário passa a corrente da bicicleta. Este toque de design deixou o ambiente da rua mais descontraído e é uma inspiração para quem deseja fazer seu próprio bicicletário.


O tambor de óleo ainda pode ser usado para fazer cadeiras. Esta ideia também é interessante e de fácil execução. Basta cortá-lo do formato que desejar que seja o seu móvel, colocar uma borracha nas laterais para não ter o risco de machucar quem sentar nela e um estofado confortável para o assento e encosto. Veja algumas ideias de bancos de tambor na galeria de imagens. 


Fonte: Ciclo Vivo 

AMBIENTEC - Congresso Técnico de Proteção Ambiental ASEC-20 anos de Meio Ambiente – 03 a 05 de outubro de 2012


As Casas em Movimento de Manuel Vieira Lopes


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e mudam-se os espaços em que vivemos. Sobretudo, são os espaços que cada vez mais se adaptam a quem os habita e não o contrário. Assim demonstram as “Casas em Movimento”, do arquiteto Manuel Vieira Lopes.


Por cada vez que ouvimos dizer “tudo já foi inventado”, nascem novos empreendedores, prontos para derrotar essa inofensiva arrogância da sabedoria popular. Não temos, ainda, dados estatísticos concretos para esta nossa teoria, mas uma boa argumentação é feita de exemplos. Neste caso, o do projeto que foi desenvolvido por incentivo da Faculdade de Arquitetura do Porto e cuja execução se deve a um dos seus estudantes, Manuel Vieira Lopes.

A equipe liderada pelo português construiu um protótipo de casa que aproveita a energia solar de uma forma inovadora: além de rodar em torno do seu próprio eixo, acompanhando o movimento do Sol, a residência é coberta por uma enorme pala movível, feita de painéis fotovoltaicos, que se sobrepõe a uma das fachadas. Assim, é possível garantir um espaço exterior sombreado e uma temperatura interior mais agradável no Verão. Este exemplo de eficiência energética é reforçado graças à madeira e à cortiça, dois materiais escolhidos por conta do excelente isolamento térmico e acústico que proporcionam e por serem recursos naturais abundantes em Portugal.


Ao simular o movimento de um girassol, a casa não só é auto-suficiente, como ainda produz mais energia do que necessita – a poupança energética também é evidente durante as estações do ano mais frias, porque nessa altura a estrutura posiciona-se de forma a que o Sol incida diretamente nas janelas, gerando, por isso, mais calor.

Seu interior também está sujeito a mutações: as divisões podem variar de dimensão e função, mediante a rotação da casa. Por exemplo, a cozinha se funde com a sala, à noite, para que toda a família convivesse ao jantar; da mesma forma, o quarto pode se transformar em escritório durante o dia.

Entre um total de 100 candidaturas submetidas por universidades de todo o mundo, o projeto “Casas em Movimento” fez parte dos vinte selecionados para ser exibido na edição deste ano da Solar Decathlon Europe, em Madrid, uma das maiores e mais prestigiadas feiras tecnológicas nesta área.


Segundo o jornal Arquitecturas, um protótipo totalmente funcional da casa solar está a ser construído em uma das encostas do rio Douro. A equipe de Manuel Vieira Lopes conta com o apoio de quatro institutos nacionais neste empreendimento: o Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (INEGI), o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (INESC TEC), o Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia (LNEG) e a Agência para a Energia (ADENE), entidade presente desde o desenvolvimento do projeto, em 2008.






Informações detalhadas sobre as “Casas em Movimento” no site oficial, no Facebook e no Twitter.


Fonte: Arquitetura Sustentável

Dez países africanos se unem para proteger florestas


Sistemas de monitoramento e cooperação regional são a base de sistema.


A monitoração de florestas será feita com mecanismos avançados de observação usando imagens de satélites.

Dez países da África Central se reuniram para proteger do deflorestamento a floresta tropical da Bacia do Congo – a segunda maior de seu tipo no mundo –, através da implementação de sistemas nacionais mais eficazes de monitoração e o aumento da cooperação regional. O projeto de 18 meses, lançado no final de julho, é administrado pela Comissão de Florestas da África Central (Comifac) e pela Organizacão de Alimentos e Agricultura da ONU (FAO), em colaboração com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil (INPE).

“A monitoração de florestas será feita com mecanismos avançados de observação usando imagens de satélites,” disse Felix Ngendabanyikwa, coordenador nacional da Comifac no Burundi. “Com esta técnica, podemos ver árvores sendo cortadas ou incêndios e estimar a extensão da degradação.”

O projeto, de U$ 7,7 milhões, irá usar técnicas modernas de monitoração de florestas, em vez de métodos “ineficazes”, como percorrer áreas para fazer observações. No entanto, ele irá combinar sensoreamento remoto com observações físicas diretas, explicou Ngendabanyikwa.

“Cada país vai estabelecer um comitê nacional com diversos stakeholders para desenvolver uma estratégia nacional de redução de emissões de degradação de florestas em países em desenvolvimento (REDD)”, afirmou Ngendabanyikwa, segundo a Environmental News Network.


Fonte: National Geographic

Candidata a vereadora divulga campanha com triciclo movido a energia solar




Em Pernambuco, uma candidata a vereadora usa um triciclo movido a energia solar para divulgar sua campanha. A estratégia foi ideia de seu marido, que criou o veículo sustentável.

No triciclo a candidata Lú Fragoso (PTC) levou para as ruas de Jaboatão dos Guararapes uma caixa de som com seu jingle. "Por onde a gente passa, não tiram os olhos de nós. Além de a ideia ser boa e bonita, as pessoas ficam curiosas de como foi feito o triciclo", disse ela ao Terra.

O triciclo “verde” foi usado por ela pela primeira vez nesta campanha, apesar de já ser a terceira vez que Lú Fragoso se candidata ao cargo na câmara dos vereadores. Entre outras promessas, ela propõe construção de ciclovias e apoia políticas sustentáveis.

Um dos pontos que ela ressalta é a falta de separação e reciclagem de resíduos. "Aqui tem muito lixo na rua, as pessoas ainda não conseguem separar o lixo, misturam tudo". A candidata afirma que são necessárias políticas educacionais sobre a reciclagem, em especial, nas áreas carentes.

O triciclo foi criado pelo alemão Stephan Hitzelberger, marido da candidata. "É um sonho meu desde criança, de criar um carro solar. Já fiz várias experiências antes do triciclo", disse o engenheiro ao Terra.

Inicialmente, ele fez um triciclo ligado a um motor próprio para bicicletas elétricas. Depois conseguiu colocar quatro placas de captação de energia solar para alimentar as baterias. Dessa forma, prolonga a distância percorrida pelo veículo.

Hitzelberger estima um gasto de R$ 4 mil em material e mais $ 7 mil com mão-de-obra. Foram quatro meses trabalhando neste projeto. O resultado foi um motor de triciclo que chega a 30 km/h, mais uma bateria reserva de duas horas de carga. "É 50% pedalar e 50% o motor. É para funcionar com a força humana e o motor só ajuda", afirma o engenheiro. Ele afirma que não está sem planos patentear o triciclo ou criar uma linha para comércio.


Com informações do Terra.
Fonte: CicloVivo

Acordo entre 21 países reduz tarifas de tecnologias sustentáveis


O comércio de tecnologias e instrumentos em favor do meio ambiente será facilitado entre os países com as maiores economias do mundo. O Brasil, apesar do destaque como a sexta maior economia do mundo, não está entre os beneficiados.


A meta dos países é permitir um fluxo maior de painéis solares, turbinas de vento, instrumentos para controlar a qualidade da água e do ar, entre outras tecnologias sustentáveis. Entre os participantes estão China, Rússia, Estados Unidos, México, Austrália, Japão e outras 15 nações.

Tanto o Brasil, como as economias que rejeitavam um acordo dessa natureza no âmbito multilateral estão isoladas das negociações. Os 21 países da Ásia e Pacífico que fecharam o contrato, pagarão tarifa máxima de 5% em produtos ambientais a partir de 2015.

O acordo reduz os impostos de importação sobre bens ambientais. O projeto era da Organização Mundial do Comércio (OMC), mas o órgão não conseguiu concluí-lo em mais de dez anos de negociações.

"O mesmo procedimento levou mais de dez anos para ser negociado na OMC (Organização Mundial do Comércio), sem resultados. Nós conseguimos em apenas alguns meses", declarou o presidente russo, Vladimir Putin, anfitrião da reunião da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec).

No pacote constam 54 produtos. O Brasil, em 2008, quis incluir etanol na lista para que a tarifa de importação diminuísse, porém a ideia foi rejeitada por Estados Unidos e Europa. Para eles, apenas os produtos de tecnologia deveriam entrar.

A situação gerou um conflito, pois o Itamaraty e outros governos acusaram americanos e europeus de formar uma lista em que apenas seus produtos fossem beneficiados. Ainda assim, há especulações de que o Brasil seja forçado, pela Apec, a ceder e entrar no mercado lucrativo. 


Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: CicloVivo