quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Empresa norte-americana cria primeiro carro elétrico para cadeirantes



O automóvel Kenguru EV é a opção sustentável que faltava para os portadores de deficiência física. Criado pela empresa Community Cars, o modelo é elétrico, portanto não emite gases poluentes na atmosfera.
                                
Kenguru EV é um modelo pequeno e leve. Ele possui apenas 2,12 metros de comprimento e pesa 550 kg. O chassi é de aço e a carroceria é feita em fibra de vidro. No veículo há espaço somente para o motorista em sua cadeira de rodas.

De acordo com a fabricante, o motor é alimentado por baterias de íon lítio, possui 2,3 cavalos de potência e torque máximo 15,2 kgfm. O carro atinge até 45 km/h e tem autonomia de cem quilômetros.



O cadeirante tem fácil acesso ao veículo. Há uma porta traseira elétrica que ao ser aberta libera uma pequena rampa, facilitando a entrada do usuário em sua cadeira de rodas. O automóvel é conduzido por um dispositivo que contém todos os comandos do Kenguru.

Nos Estados Unidos o carro custa 25 mil dólares, cerca de 51.580 reais. De acordo com o site Kxan, há listas de espera para o carro em vários países, sendo que diariamente são enviados e-mails para o fabricante solicitando o modelo. Ainda não há previsão de o automóvel ser exportado para outros países.


O automóvel foi desenvolvido por um húngaro que sediou sua fábrica Kenguru Serviços KFT no Texas, Estados Unidos.

Fonte: Ciclo Vivo 

7º Concurso de Vídeo Amador


3º Concurso de Desenho Infantil


Boletim Workshop Pagamentos por Serviços Ambientais


Orgulho: A primeira escola sustentável certificada da América Latina é do Brasil!


A Escola Estadual Erich Walter Heine, inagurada em maio de 2011, no Rio de Janeiro, é a primeira da América Latina a receber o certificado LEED Schools (Leadership in Energy and Environmental Design), do Green Building Council. Poucas têm o selo. Fora os EUA, que concentram 118 construções desse tipo, Noruega, Bali e agora Brasil somam 121 escolas certificadas em todo o mundo.

A lista de características que conferem o status à construção é grande. Um exemplo é o sistema que capta água da chuva para uso nas descargas dos vasos sanitários, nos jardins e na limpeza e chega a economizar metade da água potável disponível no local.



Outras medidas interessantes são:

- Iluminação toda feita com lâmpadas LED, o que reduz em até 80% o consumo de energia. Há também painéis solares para geração de energia limpa;

- Formato da construção pensado para gerar maior aproveitamento da circulação do ar e, por isso, menor necessidade de refrigeração;

- Coleta seletiva e espaço para armazenar lixo para reciclagem;

- Uso de “telhado verde” com vegetação que absorve calor (deixando o ambiente com temperatura mais amena) e melhora o escoamento de água da chuva;

- Bicicletário e vagas especiais para veículos com baixa emissão de poluentes;

- Acessibilidade a alunos com necessidades especiais;

- Tratamento acústico nas salas de aula, corredores e ambientes internos próximos às salas;

- Análise prévia da qualidade do solo para a construção e uso de 70% da permeabilidade natural do terreno;

- Reaproveitamento de 100% do material de entulho gerado durante a obra.



O investimento na escola foi de R$11 milhões. A certificação para construções verdes dialoga com a necessidade cada vez maior de soluções que interliguem construção civil e sustentabilidade. Segundo dados da USP, de 40% a 75% dos recursos extraídos da natureza são utilizados nesse setor, responsável por grandes impactos ambientais ao longo do processo de produção de matéria-prima, transporte, montagem e descarte.



Os “restos” gerados pelas atividades de construção e demolição geram uma massa que chega a representar 500 kg de resíduos por habitante ao ano – mesmo que seja possível reciclar ou reaproveitar a maior parte desses materiais. Por isso, iniciativas que buscam melhorar a eficiência e economia das construções são sempre bem-vindas. Você não acha?



Fonte: Revista Superinteressante e Ambiental Sustentável

Os Benefícios das Árvores nas Cidades



Fonte: Arquitetura Sustentável

Copo Ecológico Descartável de Papel


O mundo consome cerca de 100 milhões de toneladas de materiais plásticos todo ano.
E deste total apenas uma pequena parcela é reciclada. O restante (cerca de 80%) ainda é descartado em aterros sanitários, poluindo o meio ambiente.

Para evitar o uso excessivo do plástico, e, consequentemente, diminuir a quantidade de lixo, uma empresa brasileira criou os copos feitos de papel, chamados de ecopos. A ideia é substituir os copinhos descartáveis, que hoje encontramos por toda parte.

Ele é como um envelope que precisa ser montado. Serve para beber qualquer tipo de líquido, desde que não seja algo muito quente.

O ecopo é feito de papel proveniente de madeiras de reflorestamento, produzido com 100% de fibras virgens, possui a coloração parda, pois dispensa o uso químicos branqueadores que fazem mal à saúde. Ele se decompõe em até 15 meses – diferente do plástico, que pode demorar aproximadamente 400 anos.

Benefícios do ecopo:

* Redução do volume de lixo gerado.
* Econômicos e Higiênicos.
* 100% Ecológicos.
* Não agride o meio ambiente.


Instruções de uso:







Fonte: Garimpo Verde