sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Carro elétrico não resolve problema da poluição, diz secretário do Ministério de Minas e Energia



O carro elétrico não é a solução para o cenário de transportes no Brasil, definiu o secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Marco Antônio Martins Almeida, em evento realizado na última quarta-feira (29 de Agosto) no centro da capital fluminense.

Debatendo soluções para o abastecimento de combustíveis em seminário do governo estadual dedicado ao etanol, Almeida definiu o carro elétrico como uma boa alternativa para a diminuição da poluição nas grandes cidades, mas uma solução incompleta.

“A energia a ser suprida [para ser armazenada nos carros elétricos] exigiria uma fonte adicional, que tem de ser fóssil”, explicou o gestor, que defende o investimento em melhoria na eficiência dos motores dos carros flex. Ele também destacou a importância do veículo híbrido flex. “O nível de consumo é a metade de um veículo normal. Se eu conseguir expandir a frota de veículos híbridos eficientes, a demanda diminui”, disse.

O secretário apontou ainda que os níveis atuais de consumo de combustíveis, em especial da gasolina, e a demanda crescente têm alarmado o governo, que procura alternativas para o médio e longo prazo, evitando gastos excessivos com importação de combustíveis.

Segundo o Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, o aumento do consumo de gasolina, somente nos últimos três anos, foi de mais de 50% em relação ao volume consumido em 2008.

Fonte: Ciclo Vivo 

Aplicativo ajuda usuários a denunciar pontos ilegais de entulho


Eliminar os pontos de lixo espalhados na cidade ajuda a sociedade e também o meio ambiente. | Foto: TrashOut


A empresa TrashOut da Eslováquia criou um aplicativo para que os cidadãos possam denunciar a sujeira em seu bairro através do celular. Os usuários podem avisar os órgãos competentes sobre o descarte incorreto de entulho através do programa.

O aplicativo é um estímulo para a população fotografar locais sujos devido ao despejo ilegal de entulho, entrar em contato com as autoridades informando o local e, até mesmo, mobilizar outras pessoas para fazerem uma limpeza coletiva.

A empresa desenvolveu o aplicativo com a parceria das autoridades do país, o Ministério do Meio Ambiente da Eslováquia, do Greenpeace e de outros órgãos ambientais. Ele está disponível nos sistemas operacionais Android e iOS.

Em seu site, a companhia ressalta que eliminar os pontos de lixo espalhados na cidade ajuda a sociedade e também o meio ambiente. “TrashOut é um projeto ambiental com o objetivo de localizar depósitos ilegais em todo o mundo. Estamos desenvolvendo uma solução para tomar medidas adequadas para aterros ilegais. O projeto ajuda pessoas e também instituições e governos locais para que melhorem a situação ambiental do mundo”, informam no site.

A ideia surgiu em 2009. No ano seguinte foi desenvolvido o primeiro protótipo na Universidade de Ciências Aplicadas, na Finlândia. Em 2011, foi criado o segundo protótipo e no mesmo ano foi formada a equipe de seis pessoas da empresa TrashOut na Eslováquia. O grupo ganhou uma competição de melhor aplicativo móvel. 



Com informações da Revista Época.
Fonte: Ciclo Vivo

Torneira Ecológica



O design já seria atraente o suficiente, mas o grande diferencial desta torneira é o fato de que ela foi pensada para ser ecologicamente correta.

O tubo de vidro que aparece em seu topo tem sempre exatamente um litro d’água, mais do que o suficiente para lavar as mãos.

O que poucos sabem é que, na teoria, quase seis litros são gastos quando alguém liga a torneira por trinta segundos. Uma vez que o líquido é usado, ela deve ser desligada (ou seja, sua alavanca deve ser puxada para cima) para que o próximo litro chegue até o tubo. Trata-se de uma peça elegante, com design futurista e, o melhor, eco-friendly.

A 1ℓimit, nome que significa literalmente “um litro limite”, é para quem deseja ter a consicência tão limpa quanto as mãos.
A assinatura é dos designers Yonggu Do, Dohyung Kim e Sewon Oh.


Fonte: Garimpo Verde

Pesquisadores mineiros criam tecnologia que torna o banho mais econômico


A economia do novo sistema é de 31% | Foto: Alex France/SXC


Uma técnica para reduzir o consumo de energia elétrica do chuveiro foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais. A ideia é aquecer o ambiente do banheiro, ao contrário dos projetos atuais que aquecem somente a água. Além de economizar, a solução proporciona mais conforto ao consumidor.

Os pesquisadores acreditam que com o ar aquecido, a temperatura da água não precisa ser tão quente. Desta forma, a pessoa que estiver tomando banho poderá deixar a chave do chuveiro em uma posição que exija menos potência e, consequentemente, consumirá menos energia.

Segundo os estudos realizados, aquecer o ar não requer mais energia do que a economizada pelo chuveiro. Pelo contrário, com o método proposto o balanço é positivo, com um ganho superior a 30%.

Para que a tecnologia funcione é necessário que o box do banheiro fique completamente fechado. O ar quente não pode escapar do seu interior. O banho econômico deve ser realizado em três etapas.

Antes de abrir o chuveiro, o usuário deve entrar no box, fechar a porta e ligar o aquecedor de ar. O aparelho então precisa ser ajustado para uma temperatura agradável. Na etapa seguinte, o usuário abre a água e, mais uma vez, ajusta sua temperatura. Após o banho, o chuveiro será desligado e a pessoa não sentirá o impacto da baixa temperatura como acontece normalmente. Só depois de se enxugar e se vestir, o consumidor desliga o aquecedor.

"Em uma residência pequena com quatro moradores, o chuveiro elétrico pode responder por até 45% do consumo de energia elétrica durante os meses mais frios e por cerca de 30% no período mais quente do ano, quando a potência do chuveiro pode ser reduzida", explica o professor Marco Aurélio da Cunha Alves, idealizador do projeto.

Com base em um banho de 10 minutos, tempo médio estimado pela pesquisa Procel da Eletrobras, o professor calculou que a economia do novo sistema é de 31%. Os dados foram baseados na potência máxima de um chuveiro elétrico popular, que é de 4.500 W, na posição "inverno". Ele também levou em consideração a energia gasta para aquecer o ar do ambiente.

Além dos benefícios ambientais, a medida ainda ajuda a reduzir o valor da conta de energia elétrica. O pedido de patente da tecnologia já foi solicitado e o pesquisador está em contato com os setores da indústria para comercializar sua tecnologia. 


Com informações da Revista InovaçãoTecnológica.
Fonte: CicloVivo

Dupla cria composto para usar resíduos orgânicos como matéria-prima de tijolos




Imagine viver em um lar feito de lixo. Pode parecer estranho, mas uma técnica desenvolvida em Araraquara, interior de São Paulo, permite fabricar tijolos com resíduos orgânicos — sem cheiro ruim. Com o ingrediente inusitado e um composto químico misterioso, é possível usar menos areia e concreto do que o normal e baratear a produção do tijolo.

A ideia surgiu há dois anos, da cabeça do metalúrgico e sociólogo José Antônio Masoti, preocupado com o meio ambiente e o destino do lixo. “Todo mundo fala sobre a produção de adubo com resíduo orgânico. Pensei em usá-lo para algo mais útil.” A solução que encontrou, com o apoio do químico Marcelo Santos, foi misturar a lixarada com concreto. “Pode ser que mais coisas possam ser feitas a partir do pó do lixo, como asfalto, por exemplo.”

O projeto só é viável graças a um produto químico patenteado por Santos, batizado de JMX. Ele tem várias funções, como dar liga à mistura — sem isso, o “tijolo orgânico” fica quebradiço. Além disso, ela tem propriedades ecológicas, como impedir a proliferação de bactérias e tratar poluentes. “O composto permite que o metal presente no agrotóxico usado em uma folha de alface, por exemplo, seja tratado, sem deixar resquícios no tijolo”, diz o inventor.

Os tijolos estão em fase de testes e, de acordo com os inventores, os blocos aguentaram uma pressão superior à exigida pelo Inmetro no caso dos convencionais (veja o info). Para o Instituto testá-los e aprovar sua comercialização, é necessário fabricar um lote de ao menos mil unidades e submeter 30 delas como amostra — até agora, eles só produzem cerca de 300 peças por "fornada", numa usina caseira. Algumas prefeituras, no entanto, já estão de olho na invenção. As de Suzano e de Osasco, na grande São Paulo, já procuraram os inventores, interessadas na economia que a nova tecnologia pode gerar para a construção de casas populares.



Fonte: Revista Galileu

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Leaf house: a minicasa ecológica que viaja com o dono



 Quem gosta de viajar por longos períodos sabe que nosso lar doce lar pode se tonar um problema. O que fazer com o apartamento, durante os seis, doze meses passados fora? Para o canadense Laird Herbert, de 28 anos, isso deixou de ser uma preocupação.







Entusiasta do meio ambiente e de aventuras, o rapaz projetou uma casa sobre quatro rodas para carregar para onde bem entender. Minimalista, prática e ecológica, a Leaf House é construída com materiais sustentáveis e pode acomodar uma família de até quatro pessoas.


Por ser compacta, ela é menos dispendiosa com aquecimento, refrigeração e energia em geral. A estrutura vem equipada com lâmpadas LED (mais econômicas que as convenconais), janelonas largas que facilitam a entrada de luz e ar fresco, além de paineis solares no teto, que ajudam a poupar recursos naturais.


                                                                                                            




Dentro do trailer em miniatura, há espaço para uma sala de estar com sofá-cama loft, sala de jantar, cozinha completa e banheiro com direito até a banheira. Essa é a segunda micro casa feita pelo jovem, que abriu um negócio próprio para comercializar a Leaf House.





Fonte: Exame.com 

Evento discute o uso de água no setor industrial


Reúso de Água foi o tema discutido no 2º Encontro Técnico sobre Utilização de Água no Setor Industrial, que aconteceu no dia 21 de agosto, iniciado pela Profª Drª Emília Wanda Rutkowski – Presidente da Subseção Campinas da ABES-SP - no Auditório da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da UNICAMP, em Campinas.
Durante o encontro foram apresentados casos aplicados de reúso de água, fornecimento de água de reúso, metodologias para inventário de água e tecnologias disponíveis, como, por exemplo, o Sr. Marcelo Morgado – Assessor de Meio Ambiente da Presidência da SABESP que falou sobre: “Experiência no Fornecimento de Água de Reúso para Indústrias”.
Estiveram presentes também as empresas ALFA LAVAL – Apresentando “Tecnologia MBR e Casos de Aplicação”, FOZ DO BRASIL – “Projeto Aquapolo”, SANASA – “Água de Reúso: Uma nova realidade para Campinas”, VMETAIS – “Metodologia para Inventário de Água” e, encerrando o evento, a empresa WORK INDUSTRIAL ENGENHARIA.
“Em decorrência de problemas relacionados com a escassez de água e diante de um novo cenário mundial acerca das condições ambientais, o assunto conservação de recursos hídricos passou a ser item de pauta de natureza estratégica, e não por acaso um dos temas mais relevantes da agenda mundial.” Destaca a gestora de contratos da empresa Work Industrial Engenharia, grande apoiadora do evento.
Um dos motivos pela criação deste encontro foi o de que o uso de água, em especial pelo setor industrial carece de esclarecimentos, tendo em vista que muitas das implantações existentes apresentam inúmeras oportunidades de melhoria no uso e na conservação da água industrial.
Outrossim, deve-se considerar que a cobrança gradativa pelo uso da água, representará um aumento nos custos de produção para o setor industrial, e portanto, a oportunidade de discussão sobre um possível rearranjo do sistemas para melhor utilizar a água, se faz premente.
O evento reuniu mais de 100 pessoas de cerca diversas empresas da região e já tem perspectivas para uma 3ª edição no próximo ano.