sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Torneira Ecológica



O design já seria atraente o suficiente, mas o grande diferencial desta torneira é o fato de que ela foi pensada para ser ecologicamente correta.

O tubo de vidro que aparece em seu topo tem sempre exatamente um litro d’água, mais do que o suficiente para lavar as mãos.

O que poucos sabem é que, na teoria, quase seis litros são gastos quando alguém liga a torneira por trinta segundos. Uma vez que o líquido é usado, ela deve ser desligada (ou seja, sua alavanca deve ser puxada para cima) para que o próximo litro chegue até o tubo. Trata-se de uma peça elegante, com design futurista e, o melhor, eco-friendly.

A 1ℓimit, nome que significa literalmente “um litro limite”, é para quem deseja ter a consicência tão limpa quanto as mãos.
A assinatura é dos designers Yonggu Do, Dohyung Kim e Sewon Oh.


Fonte: Garimpo Verde

Pesquisadores mineiros criam tecnologia que torna o banho mais econômico


A economia do novo sistema é de 31% | Foto: Alex France/SXC


Uma técnica para reduzir o consumo de energia elétrica do chuveiro foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais. A ideia é aquecer o ambiente do banheiro, ao contrário dos projetos atuais que aquecem somente a água. Além de economizar, a solução proporciona mais conforto ao consumidor.

Os pesquisadores acreditam que com o ar aquecido, a temperatura da água não precisa ser tão quente. Desta forma, a pessoa que estiver tomando banho poderá deixar a chave do chuveiro em uma posição que exija menos potência e, consequentemente, consumirá menos energia.

Segundo os estudos realizados, aquecer o ar não requer mais energia do que a economizada pelo chuveiro. Pelo contrário, com o método proposto o balanço é positivo, com um ganho superior a 30%.

Para que a tecnologia funcione é necessário que o box do banheiro fique completamente fechado. O ar quente não pode escapar do seu interior. O banho econômico deve ser realizado em três etapas.

Antes de abrir o chuveiro, o usuário deve entrar no box, fechar a porta e ligar o aquecedor de ar. O aparelho então precisa ser ajustado para uma temperatura agradável. Na etapa seguinte, o usuário abre a água e, mais uma vez, ajusta sua temperatura. Após o banho, o chuveiro será desligado e a pessoa não sentirá o impacto da baixa temperatura como acontece normalmente. Só depois de se enxugar e se vestir, o consumidor desliga o aquecedor.

"Em uma residência pequena com quatro moradores, o chuveiro elétrico pode responder por até 45% do consumo de energia elétrica durante os meses mais frios e por cerca de 30% no período mais quente do ano, quando a potência do chuveiro pode ser reduzida", explica o professor Marco Aurélio da Cunha Alves, idealizador do projeto.

Com base em um banho de 10 minutos, tempo médio estimado pela pesquisa Procel da Eletrobras, o professor calculou que a economia do novo sistema é de 31%. Os dados foram baseados na potência máxima de um chuveiro elétrico popular, que é de 4.500 W, na posição "inverno". Ele também levou em consideração a energia gasta para aquecer o ar do ambiente.

Além dos benefícios ambientais, a medida ainda ajuda a reduzir o valor da conta de energia elétrica. O pedido de patente da tecnologia já foi solicitado e o pesquisador está em contato com os setores da indústria para comercializar sua tecnologia. 


Com informações da Revista InovaçãoTecnológica.
Fonte: CicloVivo

Dupla cria composto para usar resíduos orgânicos como matéria-prima de tijolos




Imagine viver em um lar feito de lixo. Pode parecer estranho, mas uma técnica desenvolvida em Araraquara, interior de São Paulo, permite fabricar tijolos com resíduos orgânicos — sem cheiro ruim. Com o ingrediente inusitado e um composto químico misterioso, é possível usar menos areia e concreto do que o normal e baratear a produção do tijolo.

A ideia surgiu há dois anos, da cabeça do metalúrgico e sociólogo José Antônio Masoti, preocupado com o meio ambiente e o destino do lixo. “Todo mundo fala sobre a produção de adubo com resíduo orgânico. Pensei em usá-lo para algo mais útil.” A solução que encontrou, com o apoio do químico Marcelo Santos, foi misturar a lixarada com concreto. “Pode ser que mais coisas possam ser feitas a partir do pó do lixo, como asfalto, por exemplo.”

O projeto só é viável graças a um produto químico patenteado por Santos, batizado de JMX. Ele tem várias funções, como dar liga à mistura — sem isso, o “tijolo orgânico” fica quebradiço. Além disso, ela tem propriedades ecológicas, como impedir a proliferação de bactérias e tratar poluentes. “O composto permite que o metal presente no agrotóxico usado em uma folha de alface, por exemplo, seja tratado, sem deixar resquícios no tijolo”, diz o inventor.

Os tijolos estão em fase de testes e, de acordo com os inventores, os blocos aguentaram uma pressão superior à exigida pelo Inmetro no caso dos convencionais (veja o info). Para o Instituto testá-los e aprovar sua comercialização, é necessário fabricar um lote de ao menos mil unidades e submeter 30 delas como amostra — até agora, eles só produzem cerca de 300 peças por "fornada", numa usina caseira. Algumas prefeituras, no entanto, já estão de olho na invenção. As de Suzano e de Osasco, na grande São Paulo, já procuraram os inventores, interessadas na economia que a nova tecnologia pode gerar para a construção de casas populares.



Fonte: Revista Galileu

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Leaf house: a minicasa ecológica que viaja com o dono



 Quem gosta de viajar por longos períodos sabe que nosso lar doce lar pode se tonar um problema. O que fazer com o apartamento, durante os seis, doze meses passados fora? Para o canadense Laird Herbert, de 28 anos, isso deixou de ser uma preocupação.







Entusiasta do meio ambiente e de aventuras, o rapaz projetou uma casa sobre quatro rodas para carregar para onde bem entender. Minimalista, prática e ecológica, a Leaf House é construída com materiais sustentáveis e pode acomodar uma família de até quatro pessoas.


Por ser compacta, ela é menos dispendiosa com aquecimento, refrigeração e energia em geral. A estrutura vem equipada com lâmpadas LED (mais econômicas que as convenconais), janelonas largas que facilitam a entrada de luz e ar fresco, além de paineis solares no teto, que ajudam a poupar recursos naturais.


                                                                                                            




Dentro do trailer em miniatura, há espaço para uma sala de estar com sofá-cama loft, sala de jantar, cozinha completa e banheiro com direito até a banheira. Essa é a segunda micro casa feita pelo jovem, que abriu um negócio próprio para comercializar a Leaf House.





Fonte: Exame.com 

Evento discute o uso de água no setor industrial


Reúso de Água foi o tema discutido no 2º Encontro Técnico sobre Utilização de Água no Setor Industrial, que aconteceu no dia 21 de agosto, iniciado pela Profª Drª Emília Wanda Rutkowski – Presidente da Subseção Campinas da ABES-SP - no Auditório da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da UNICAMP, em Campinas.
Durante o encontro foram apresentados casos aplicados de reúso de água, fornecimento de água de reúso, metodologias para inventário de água e tecnologias disponíveis, como, por exemplo, o Sr. Marcelo Morgado – Assessor de Meio Ambiente da Presidência da SABESP que falou sobre: “Experiência no Fornecimento de Água de Reúso para Indústrias”.
Estiveram presentes também as empresas ALFA LAVAL – Apresentando “Tecnologia MBR e Casos de Aplicação”, FOZ DO BRASIL – “Projeto Aquapolo”, SANASA – “Água de Reúso: Uma nova realidade para Campinas”, VMETAIS – “Metodologia para Inventário de Água” e, encerrando o evento, a empresa WORK INDUSTRIAL ENGENHARIA.
“Em decorrência de problemas relacionados com a escassez de água e diante de um novo cenário mundial acerca das condições ambientais, o assunto conservação de recursos hídricos passou a ser item de pauta de natureza estratégica, e não por acaso um dos temas mais relevantes da agenda mundial.” Destaca a gestora de contratos da empresa Work Industrial Engenharia, grande apoiadora do evento.
Um dos motivos pela criação deste encontro foi o de que o uso de água, em especial pelo setor industrial carece de esclarecimentos, tendo em vista que muitas das implantações existentes apresentam inúmeras oportunidades de melhoria no uso e na conservação da água industrial.
Outrossim, deve-se considerar que a cobrança gradativa pelo uso da água, representará um aumento nos custos de produção para o setor industrial, e portanto, a oportunidade de discussão sobre um possível rearranjo do sistemas para melhor utilizar a água, se faz premente.
O evento reuniu mais de 100 pessoas de cerca diversas empresas da região e já tem perspectivas para uma 3ª edição no próximo ano.

Terapia com Botos ajuda crianças deficientes e promove preservação


A Bototerapia tem auxiliado o tratamento de crianças deficientes e incentivado a preservação do boto-vermelho no estado do Amazonas. O trabalho é idealizado pelo fisioterapeuta Igor Simões Andrade e pelo veterinário Diogo Lagroteria.

A terapia consiste principalmente em permitir que as crianças tenham um contato direto com o animal no Rio Negro. Assim, durante as atividades eles brincam e adquirem conhecimento sobre a espécie ameaçada de extinção, enquanto outras técnicas são trabalhadas pelos especialistas para o desenvolvimento motor e intelectual das crianças.

O projeto teve início há sete anos e, desde então, permite que jovens com diferentes dificuldades experimentem uma sensação bastante distinta. As crianças são levadas até os botos em cinco encontros, que acontecem uma vez a cada mês, sempre acompanhadas dos pais.

Os resultados são bastante perceptíveis. Em entrevista ao Globo Natureza, Andrade explicou que um dos exemplos de aplicação da terapia é a função de acalmar crianças muito agitadas ou hiperativas. O fisioterapeuta garante que em cada caso existe um benefício específico do trabalho. Mesmo assim, ele informa que o intuito da bototerapia não é substituir os métodos tradicionais, mas sim complementar.

Além do benefício à saúde, o projeto também colabora para a preservação dos botos, através de trabalhos de conscientização com as comunidades locais. Pois, os animais são alvos constantes de pescadores, que utilizam sua carne como isca.

Os idealizadores também têm cuidado para não tornar os botos dependentes dos humanos. Por isso, a alimentação é controlada e as visitas também, para que eles preservem seus hábitos naturais. O projeto conta com o apoio de um hotel local, mas poderia ter uma abrangência maior se tivesse mais patrocínio.

Fonte: Ciclo Vivo 

Computador ecológico é 98% reciclável




A empresa irlandesa MicroPro criou um computador ecológico com ajuda do instituto alemão Fraunhofer IZM. O iamecoV3 tem a carcaça feita de madeira e tela touchscreen.

O nome iamecoV3 vem da expressão em inglês "I am Eco". O PC tem 98% dos componentes recicláveis. Além disso, a empresa considera que 20% desse material pode ser reutilizado com facilidade.
Outro ponto de destaque do computador é que ele usa dissipadores de calor, ao invés dos sistemas de ventilação tradicionais. Assim, o computador não sofre de superaquecimento e ainda converte o calor em mais energia para funcionar por mais tempo.

A tela do computador é feita de LED. Segundo a empresa, isso também aumenta de 30% a 40% a eficiência energética do aparelho.

Os criadores tentaram diminuir ao máximo a quantidade de halógeno (substância tóxica) dos componentes eletrônicos, como nos processadores. As peças também podem ser substituídas com facilidade, o que aumenta a durabilidade do produto.

A produção de um iamecoV3 usa 360 quilogramas de gás carbônico (CO2). Apesar de parecer um nível alto de emissões de gases poluentes, a porcentagem é 70% mais baixa do que a de um computador normal. Portanto, a pegada de carbono do iamecoV3 é considerada muito pequena.

O aparelho já ganhou o selo de sustentabilidade da União Europeia, o EU Ecolabel. Porém, ainda não há previsão de comercialização do produto.


Fonte: Plante Sustentável