quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Conheça 4 trabalhos de artistas que transformam lixo em arte


Transformar lixo em arte tornou-se uma prática comum. Os artistas conseguem dar valor aos materiais descartáveis utilizando desde os objetos mais simples até as esculturas mais incríveis. Conheça quatro exemplos de trabalhos impressionantes.


Sayaka Kajita é uma artista japonesa que consegue fazer esculturas com peças de plástico como colheres e copos. Ao fazer animais com colheres velhas de plástico, por exemplo, o mais impressionante é como ela consegue dar a ideia de movimento e definir tão bem as formas de cada item que monta.


Ann P. Smith é uma norte-americana que aproveita peças de eletrodomésticos e eletrônicos descartados para suas criações. O trabalho da artista consiste em recolher as máquinas sem serventia, desmontá-las para criar as esculturas-robôs. Ela também grava pequenos clipes de stop-motion com as peças. A ideia é dos vídeos é mostrar o ciclo natural dos materiais na terra.


Jaime Prades é um artista brasileiro que encontra nas ruas uma de suas matérias-primas: a madeira. Ele recolhe os restos de madeira, que podem ser de móveis velhos, para construir novas peças. Prades tanto refaz móveis quanto constrói “árvores”, isso gera o ciclo da árvore que se transforma em objeto, posteriormente, é descartado no lixo para depois ser reaproveitado. Este trabalho dele é intitulado “Natureza Humana”.


Erika Iris Simmons reaproveita as fitas de antigas fitas cassetes para criar quadros de ícones da música, como John Lennon e Michael Jackson. Além de aproveitar o material, a ideia da norte-americana é utilizá-las como símbolo do obsoleto para construir a metáfora de como as fitas ajudaram a imortalizar o espírito dos cantores retratados.

Fonte: Ciclo Vivo 

Ciclorrota turística será inaugurada no centro de SP

Em setembro, os ciclistas paulistanos terão uma nova via para pedalar. A ciclorrota foi planejada para passar por 25 pontos turísticos da cidade e é chamada de circuito cultural do centro.

A ciclorrota passará pelo Theatro Municipal, a biblioteca Mário de Andrade, praça da Sé e Pátio do Colégio. Além disso, a via passa por estações de metrô do centro, o que facilita a locomoção dos ciclistas que não moram na região.

O modelo da ciclorrota já foi adotado em cinco locais da cidade paulista: Lapa, Mooca, Vila Mariana, Brooklin e um trecho entre a estação Butantã do metrô e a Universidade de São Paulo (USP).

O funcionamento da ciclorrota será permanente, ou seja, não é restrito aos finais de semana. Ainda assim, o intuito da prefeitura é estimular os moradores a frequentarem o centro, principalmente, nos dias de menos fluxo. A pista não é exclusiva para o uso dos ciclistas, mas conta com sinalizações que informam os motoristas, com o intuito de proteger quem está pedalando.

Diferente da ciclofaixa de lazer da Avenida Paulista, que terá sinalização apenas aos finais de semana. Esta via está prevista para ser inaugurada entre o próximo domingo (26) ou no dia dois de setembro. Logo depois, a ciclorrota do centro começará a funcionar.

Já com a autorização dos órgãos de preservação do patrimônio, a pista da Av. Paulista aguarda apenas a conclusão das obras para ser inaugurada.

Fonte: Ciclo Vivo 

Seminário Internacional de Indicadores de Saneamento ABES



ONG incentiva comunidades africanas a viverem em harmonia com leões


A ONG Ewaso Project Lions, localizada na Reserva Nacional de Samburu, no Quênia, trabalha para promover a coexistência entre as pessoas e os grandes carnívoros do norte do país. Os leões são os que mais recebem atenção, devido ao grande risco de serem extintos em duas décadas.

De acordo com a instituição, a população de leões africanos sofreu redução de 30 a 50%, somente nos últimos 20 anos. Ao longo da história do continente, já foi registrada a perda de, ao menos, 83% dos leões, principalmente devido à perda de habitat e aos conflitos com os seres humanos. Assim, a estimativa é de existam apenas dois mil exemplares da espécie em toda a África.

O projeto foi fundado em 2007 a partir de trabalhos feitos entre um dos setores da Universidade de Oxford, em parcerias com trabalhos locais do Quênia. Através de pesquisas científicas e trabalhos comunitários eles são capazes de manter os leões mesmo fora das áreas protegidas.

“Nossa pesquisa vai permitir a formulação de estratégias para a conservação de leões no norte do Quênia em longo prazo. Nós trabalhamos para conseguir uma estimativa precisa do número de leões, uma melhor compreensão de seus movimentos dentro e fora de áreas protegidas e avaliar a extensão e o impacto da relação leão-humano”, informa a ONG em seu site.

O trabalho com as comunidades locais é feito com o intuito de conscientizar e mostras às pessoas que é possível se beneficiar da presença dos grandes animais carnívoros. Por isso, as ações giram em torno de práticas educacionais, para promover a formação e encontrar soluções criativas.

A área de estudo abrangida pela Ewaso é atualmente de mil quilômetros quadrados. A organização garante que o acampamento-base da sede é bastante simples para reduzir custos e minimizar os impactos ambientais. O grupo utiliza energia solar e garante respeitar todos os vizinhos, que em grande parte são os animais.

Fonte: Ciclo Vivo 

Restaurante utiliza o que produz em sua horta no telhado


O restaurante americano Bell, Book, and Candle tem um diferencial que atrai muitos clientes por dia: Ele usa ingredientes orgânicos retirados de sua horta localizada no telhado do estabelecimento. A horta funciona com o sistema hidropônico vertical com capacidade para 1000 plantas colhendo semanalmente tomates, pepinos, pimentões e temperos diversos como manjericão e cebolinha.

Um restaurante possuir uma horta em seu terreno não é sustentável, é óbvio.





Fonte: Hypeness

Casa modular sustentável pode ser a solução para as favelas brasileiras


O escritório alemão Bike Arc é o responsável pela criação do projeto de casa modular super eficiente e sustentável que visa o aproveitamento do vento e da iluminação natural para gerar conforto no interior da residência.


As construções de casas modulares são excelentes soluções de arquitetura sustentável, pois proporcionam uma construção mais rápida e evitam desperdício e sobras de resíduos e materiais de construção, já que toda a quantidade de material tem planejamento preciso, isso tudo, atendendo as necessidades das famílias de qualquer tamanho. É só acrescentar mais um módulo na casa principal para criar mais um quarto por exemplo.


É esse tipo de iniciativa que deveria chamar a atenção de nossos políticos para solucionar os problemas de moradia e de crescimento desordenado em nosso país.





Fonte: Arquitetura Sustentável


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Escola da Califórnia produz energia extra e recebe selo LEED Platina


A escola Marin Country Day, em Corte Madera, Califórnia, foi a primeira instituição de ensino a receber o selo LEED Platina e também o primeiro edifício equipado com salas de aula a alcançar o nível zero em energia, ou seja, ela consome menos energia do que produz.

O projeto conta com uma área de quase 10.500 metros quadrados em que a construção está em perfeita harmonia com a paisagem ao seu redor. A natureza se mostra presente no coração do prédio a partir de um terraço. Os alunos contam com espaços exteriores adjacentes, que auxiliam a preservação local e facilitam o aprendizado.

O prédio é equipado com um sistema de coleta, reaproveitamento e tratamento de água da chuva, que, após purificada, retorna ao aquífero, reduzindo a quantidade de poluentes descartados na baía de São Francisco. Além do benefício ambiental, o projeto também tem importância educacional e se reflete na conscientização dos alunos.

O Centro de Recursos de Aprendizagem é o auge da construção. O prédio tem dois andares e pouco mais de quatro mil metros quadrados. Em 2010, esta parte da escola foi considerada autossuficiente energeticamente. O escritório de arquitetura EHDD foi o responsável pelo projeto, que conta com o intenso uso de janelas, para permitir o aproveitamento da luminosidade natural.

O centro de estudos também é equipado com uma chaminé solar, que auxilia no arrefecimento, juntamente com um piso radiante hidráulico, alimentado por uma cisterna capaz de armazenar 15 mil litros de água, que ainda serve como fonte para o abastecimento dos banheiros do prédio.

Para garantir a energia necessária para as atividades escolares, os arquitetos apostaram nas placas fotovoltaicas instaladas na parte sul do telhado. A matriz solar produz 95,5 quilowatt e é capaz de suprir 79% da demanda energética local. Todo o consumo energético é acompanhado em tempo real, para que seja cada vez mais eficiente.

Fonte: Ciclo Vivo