quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Quiosque solar fornece energia e muda a vida de vilarejo da Etiópia


No Ano da Energia Sustentável para Todos, uma iniciativa mostra como a energia limpa e barata pode transformar a vida daqueles que não têm acesso ao recurso. Sim, ainda em 2012, uma em cada cinco pessoas no mundo vivem no breu ao cair da noite - ao todo, são 1.3 bilhões -, a não ser que recorram a lampiões de querosene, que eliminam fumaça prejudicial à saúde. Mas a realidade acabou de mudar em um pequeno vilarejo a 200 km ao sul da Etiópia, próximo ao Lago Langana.
Os africanos desta região foram presenteados com o SolarKiosk, um quiosque que vende alimentos, bebidas, remédios, cartões para celular, lanternas e ainda fornece energia gratuita. Como? Em seu teto, foram instalados painéis fotovoltaicos que absorvem a luz do Sol durante o dia e abastece, dia e noite, uma geladeira comunitária – para alimentos e medicamentos – e eletrônicos dos moradores do vilarejo, como celulares, televisões e aparelhos de som.


O SolarKiosk, elaborado pela empresa alemã de mesmo nome, criou um ponto de comércio noturno, com novos postos de trabalho; promoveu treinamento sobre como os produtos solares funcionam; permitiu aos africanos saírem às ruas com alguma claridade e ainda ofereceu à comunidade a oportunidade de assistir televisão, ouvir música ou simplesmente interagir de noite – hábitos simples para os que consomem energia nesse período, não é mesmo? Sem falar que o uso de lampiões de querosene pode diminuir.
Agora, a empresa espera apoio para levar o SolarKiosk a outras áreas remotas da Etiópia. 

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Fonte: Super Interessante

Use tintas ecológicas



Quando for construir ou reformar sua casa, dê preferência às tintas ecológicas. Elas são formuladas com matérias-primas naturais, sem componentes sintéticos ou insumos derivados de petróleo. A pintura a cal ou com tintas feitas a base de água, livre de compostos orgânicos voláteis (COVs) são as mais utilizadas.

As tintas a base de água estão se popularizando em todo o mundo. Ao contrário das tintas com COVs, que liberam hidrocarbonetos aromáticos, elas não agridem a camada de ozônio nem prejudicam a saúde de quem as manipula e o ambiente onde são aplicadas.

Mas atenção, não basta ser a base de água para a tinta ser considerada ecológica. Além de não conter COVs, ela não deve ter pigmentos à base de metais pesados, fungicidas sintéticos ou derivados de petróleo.


Fonte: EcoDesenvolvimento

Ditadura Ruralista e os Rios Intermitentes, por Roberto Malvezzi


SEM INTERFERÊNCIA DO MUNDO CIENTÍFICO, DESPREZANDO AS SEGUIDAS ADVERTÊNCIAS DOS TÉCNICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (ANA), CONTRA A VONTADE DE 80% DO POVO BRASILEIRO, A BANCADA RURALISTA, NUMA DITADURA VIA CONGRESSO, FULMINA NOSSAS FLORESTAS, NOSSOS RIOS E O PROMOVE O SOLAPO DAS BASES NATURAIS QUE SUSTENTAM NOSSAS RIQUEZAS.



Estamos atravessando uma cíclica e grande seca no Nordeste. Quem vive por aqui sabe que, ao andar pela caatinga, se avistar um conjunto de árvores verdes, é porque elas devem estar à beira de um riacho intermitente. No cerrado essa vegetação também é chamada de mata de galeria. Costuma ser mais frondosa que a vegetação ao redor.
O próprio povo do sertão aprendeu a fazer cacimbas – pontos de coleta de água de minação – no leito dos riachos temporários. Eles só “botam água”, como diz o povo, quando chove. Mas, mesmo intermitentes, é em seus subsolos que muitas vezes se busca água em tempos de seca.

Além do mais, quando não existe mata ciliar ao redor desses rios com características tão próprias, as suas enchentes costumam ser mais abruptas e violentas, como aconteceu no sertão pernambucano, região de Palmares e outras cidades, quando uma chuva torrencial arrasou cidades que ainda hoje estão sendo reconstruídas.

O Conselho Nacional de Recursos Hídricos fez uma oficina para debater a questão da outorga da água nos rios intermitentes. Fui representar a sociedade civil na oficina. Decidimos o óbvio: “outorga só para coleta de águas, jamais para lançamento de dejetos”. É que nesses rios estão importantes mananciais de abastecimento das populações do semiárido.

Pois bem, a ditadura ruralista imposta ao povo brasileiro pela Câmara dos Deputados, quer eliminar qualquer proteção aos rios intermitentes nas novas regras do Código Florestal. A proposta é defendida pela senadora Kátia Abreu que afirmou, em toda sua ignorância, que “se precisasse dessa matas, na Europa não haveria mais rios”. Alguém precisa esclarecer à senadora o que é um rio, o que é um bioma, um que é um continente e a diferença entre eles.
O senador do Acre, Jorge Viana, reagiu dizendo que isso é prejudicar 50% dos rios brasileiros. O senador deveria saber que no Nordeste 99,99% dos nossos rios são intermites, à exceção do São Francisco, Parnaíba e alguns outros rios menores.

Assim, sem interferência do mundo científico, desprezando as seguidas advertências dos técnicos da Agência Nacional de Águas (ANA), contra a vontade de 80% do povo brasileiro, a bancada ruralista, numa ditadura via Congresso, fulmina nossas florestas, nossos rios e o promove o solapo das bases naturais que sustentam nossas riquezas.



Roberto Malvezzi (Gogó), articulista do Portal EcoDebate, possui formação em Filosofia, Teologia e Estudos Sociais. Atua na Equipe CPP/CPT do São Francisco.


Fonte: EcoDebate, 14/08/2012

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

2º encontro em 2012 do projeto Foro Permanente de Reflexão sobre a América Latina


Cidadãos chineses monitoram qualidade das ciclovias


Se antes um dos principais modais de transporte na China era a bicicleta, nos últimos dez anos o número de carros e motos circulando aumentou 20 vezes. Para tentar reverter novamente a situação e buscar opções mais sustentáveis, o Beijing Transport Research Center e o Banco Mundial lançaram um novo site que permite que os cidadãos reportem eventuais problemas com as ciclovias.

Essas reclamações são enviadas para as cidades e os governos regionais devem resolver o problema mais rápido possível. Para facilitar o acesso, além de ser usada em computadores, a plataforma pode ser acessada em smartphones, e as reclamações podem ser enviadas em redes sociais e por SMS.

No primeiro dia de teste, feito com estudantes de uma universidade, as maiores reclamações foram a falta de estacionamentos para as bicicletas e o mau uso do espaço, tomado para passagem ou estacionamento de carros em vários pontos. Depois que o sistema for oficialmente lançado, as reclamações serão registradas também em formato de mapa.

Fonte: Atitude Sustentável 

Bill Gates anuncia banheiro ideal para comunidades carentes



A Fundação Bill e Melinda Gates anunciou, na última terça-feira (14), o vencedor do concurso que reinventa os banheiros. O projeto tem como objetivo melhorar a estrutura sanitária de países ainda em desenvolvimento e que não possuem condições básicas para manter a higiene da população.



O modelo vencedor foi criado pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia, conhecido como Caltech, e é capaz de transformar os excrementos em energia, para auxiliar a própria comunidade local.

Em seu discurso Bill Gates falou sobre a importância de auxiliar o desenvolvimento de novos sistemas sanitários, já que aproximadamente 2,6 bilhões de pessoas no mundo não possuem acesso a banheiros e, segundo ele, 1,5 milhões de crianças morrem anualmente de doenças consequentes da falta de saneamento em todo o mundo.

O modelo vencedor do concurso se parece com um banheiro tradicional, pelo menos na superfície. Os resíduos gerados após o uso são levados a um tanque de retenção no subsolo. Quando os dejetos atingem um determinado nível, são encaminhados a um reator eletroquímico movido a energia solar. Esta reação oxida o cloreto da urina e mata os microorganismos.

A água residual é tratada e utilizada novamente no vaso sanitário. O cloro residual, que permanece na água, já funciona como desinfetante para o próximo uso, conforme explicado por Michael Hoffman, líder da equipe que projetou a estrutura.


O hidrogênio liberado durante o processo pode ser desviado para que a comunidade o reaproveite como gás, útil até mesmo para cozinhar. Todo este sistema é alimentado somente através da energia do sol, descartando a necessidade de haver um suporte das redes de transmissão de energia.

O modelo apresentado pela Caltech ainda é considerado caro para que seja replicado em grande escala. No entanto, Gates se mostra confiante de que será possível encontrar o design ideal para suprir esta necessidade global. “Achamos que a combinação de um monte destes trabalhos vai nos levar à uma solução”, finalizou.


Fonte: Ciclo Vivo 

Novo Ranking do Instituto Trata Brasil mostra os avanços e desafios para a universalização do saneamento básico nas 100 maiores cidades do país


O Instituto Trata Brasil, em parceria com GO Associados, convida para a apresentação dos resultados do mais novo Ranking do Saneamento Básico com avaliação dos serviços nas 100 maiores cidades do País.

O levantamento buscou identificar a situação do saneamento básico nas maiores cidades brasileiras, mostrando o acesso da população aos serviços de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos, bem como as perdas de água. O estudo objetiva valorizar o esforço dos melhores municípios em busca da universalização e maior produtividade dos serviços, bem como incentivar a maior parte das cidades a buscar melhorias.

A apresentação dos resultados será conduzida pelo Presidente Executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, juntamente com o Dr. Gesner Oliveira da GO Associados.

Coletiva de Imprensa:

Data: 16 de Agosto (quinta-feira)

Horário: às 10h00

Local: Auditório da FGV Berrini – Avenida das Nações Unidas, 12.495.

Credenciamento:
  
Credenciamento com Milena Serro e Mariana Santos

Telefone: (11) 3021-3143

E-mails: milena.serro@tratabrasil.org.br e imprensa@tratabrasil.org.br