sexta-feira, 11 de maio de 2012

Aniversário do Presidente ABES-SP

Dante Ragazzi Pauli



Em 13 de maio, comemora-se o Dia das Mães e da Abolição da Escravatura. Além destas celebrações convencionais, nós, da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-SP), temos o prazer de comemorar o aniversário de Dante Ragazzi Pauli, presidente da Associação e um dos profissionais mais respeitados do país na área de saneamento ambiental.

Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Mackenzie (1984), com especialização em Engenharia em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP), em 1989 e mestrado em Saneamento Ambiental também pelo Mackenzie (1988), Pauli trabalha na Sabesp desde 1985, onde atuou e gerenciou diversas frentes, tais como: Engenheiro Analista de Projetos (1985/ 1991), Gerente da Divisão de Apoio Suzano (1991/1992); Gerente da Divisão Regional de Mauá (1992/1995); Gerente da Divisão Regional Capela do Socorro (1995/1996); Gerente do Departamento de Expansão Sul (1996/1999); Gerente do Departamento de Serviços Centro (1999/2003); Gerente do Departamento de Serviços Sul (2003/2004); Superintendente da Unidade de Negócio Leste (2004/2011) e Assistente Executivo da Presidência (desde 2011).

Com reconhecida vida acadêmica, Pauli é professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie desde 1985 e, em 2010, também assumiu o mesmo curso na Universidade São Judas Tadeu. Na ABES-SP, dedica-se à busca de uma identidade integrada e fortalecida às entidades do setor, além de salientar a importância de atrair o interesse dos jovens às discussões que norteiam o saneamento ambiental.

É, também, representante no Conselho de Orientação de Saneamento Básico (COSB) da Agencia Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) e presidente da Câmara Ambiental do Setor de Saneamento (CaSan).

Em nome destas realizações e em reconhecimento à busca da quebra de paradigmas e da consolidação do setor como propulsora do desenvolvimento sustentável do país, os associados e colaboradores da ABES-SP parabenizam este ilustre profissional.      


10 dicas para usar a casca de ovo




1. Mosaico diferente 


Se você gosta de fazer arte em casa, esmague cascas de ovos - antes lave-as e seque-as no forno - em pedacinhos pequenos e cole-os na tampa de uma caixa de madeira, formando um grande mosaico. Depois, é só colorir tudo com tinta plástica. 


2. Decoração de festa 

Que tal pintar ovos e recheá-los com confete de chocolate para dar como lembrança de Páscoa, aniversário, chá de bebê...? Fure uma das extremidades da casca com agulha e, com cuidado, abra uma pequena tampa na outra ponta. Assopre pelo buraco menor para que a clara e a gema saiam pela abertura do outro lado. Higienize o interior com água e sabão e seque a casca no forno. Daí é só preencher com os confetes, fechar a abertura com papel de seda e decorar com canetinha colorida, tinta, glitter... 


3. Controle de pragas 

Para impedir que lesmas e lagartas ataquem seus vasos, espalhe cascas de ovos esmagadas na terra, ao redor das plantinhas. O cálcio do invólucro do ovo mudará rapidamente o pH (índice de acidez) do solo, tornando-o menos ácido e afastando os bichinhos. Assim você evita o uso de pesticidas químicos! 

4. Café menos ácido 

Duas substâncias presentes nos grãos - o ácido clorogênico lactonas e o fenil indane - provocam acidez, que muitas vezes ataca estômagos mais sensíveis. Para neutralizá-la, use o pH alcalino da casca do ovo. Basta colocar uma casca (limpa) no filtro da cafeteira. A bebida não perde o sabor. 

5. Abrasivo ecológico 

Pense em quantas palhas de aço vão para o lixo diariamente e poluem o planeta. Pois cascas de ovos limpas e esmagadas substituem com eficiência esse produto na hora de limpar panelas e frigideiras. Basta colocar um punhado na esponja já ensaboada. 

6. Sementeiras práticas 

Se você gosta de ter à mão temperos frescos, experimente usar a casca de ovo como sementeira no seu jardim. Preencha metade de várias cascas com terra, coloque dentro a semente desejada e plante-as. Como as cascas são biodegradáveis (ao contrário dos potes plásticos), a muda fica em contato direto com o solo depois para crescer. 


7. Terra super-fértil! 


A compostagem (decomposição de resíduos orgânicos, como restos de vegetais e legumes crus, que depois são transformados em nutrientes para a terra) é o método mais eficiente para reduzir o lixo doméstico. As cascas de ovos degeneram-se rapidamente numa pilha de compostagem, contribuindo com cálcio e outros minerais valiosos para o solo. Suas plantinhas ficarão mais fortes e bonitas!  

8. Moldes para gelatina 

Torne mágica a hora da sobremesa. Fure uma das extremidades da casca do ovo com agulha e, cuidadosamente, abra uma pequena abertura na outra ponta. Assopre o buraquinho menor para que a clara e a gema saiam do outro lado. Limpe o interior com água e sabão e seque a casca no forno. Agora preencha-a com o líquido da gelatina e feche o furinho menor com esparadrapo. Coloque o "recipiente" em pé na caixa de ovo e leve à geladeira para a gelatina endurecer. Retire o esparadrapo antes de servir (as crianças devem quebrar o "ovo" na hora de comer). 

9. Lâminas afiadas 

De tempos em tempos, triture algumas cascas de ovo (lave-as e coloque-as no forno para secar) no liquidificador. O atrito delas com as lâminas deixa o metal afiado. E não jogue fora o pó que se formou - guarde-o num vidro em temperatura ambiente. Rico em cálcio, ele pode ser misturado na farinha de bolos e pães (basta uma pitada) para complementar a necessidade do mineral na alimentação. 

10. Alívio para picadas 

Se você ou alguém da família passa o verão sofrendo com a alergia causada por picadas de mosquito, tenha sempre à mão esta receitinha natural, que alivia a vermelhidão e a coceira. Lave, seque e esmague a casca de ovo e deixe-a de molho por 2 dias num pequeno frasco de vinagre de maçã. Passe a solução na área afetada três ou mais vezes ao dia. Durante o molho no vinagre, forma-se o sal acetato de cálcio que, ao cristalizar, esquenta a pele trazendo sensação de conforto.

Fonte: planeta sustentável / Abril



quarta-feira, 9 de maio de 2012

terça-feira, 8 de maio de 2012

CONHEÇA O PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS


Localização

O Parque Estadual Marinho da Laje de Santos pode ser localizado na carta náutica No. 1711, delimitado pelas coordenadas 24º15’48”S, 46º12’00”W e 24º21’12”S , 46º09’00”W.
Tem como referência náutica continental mais próxima o farol da Ilha da Moela, da qual dista 16,8 milhas náuticas e de onde a Laje se encontra a 164º. Para chegar ao Parque, porém, percorre-se uma distância de cerca de 25 milhas, considerando os principais ancoradouros do Guarujá, da Ponta da Praia, em Santos, e do Mar Pequeno, em São Vicente. 

Superfície
5.000 hectares de área preservada com formato de retângulo.
A área do Parque inclui não apenas a Laje de Santos, mas também os parcéis e a porção marinha do entorno destas formações rochosas.
A Laje de Santos encontra-se aproximadamente na área central do Parque, tendo ao norte o Parcel do Brilhante (distância 1,9 milhas da Laje, a 27º) e a Laje do Bandolim, ao sul o Parcel do Sul (distância 0,3 milhas da Laje, a 200º) e o Parcel Novo (distância 1,3 milhas da Laje, a 165º), e a sudeste os Rochedos, conhecidos como Calhaus (distância 1,2 milhas da Laje, a 119º).


O acesso ao Parque deve ser considerado de duas formas:
1) a via terrestre, que dá acesso até os ancoradouros, e
2) a via marítima.
No primeiro caso, as duas principais rodovias são a Rodovia Anchieta (SP-150) e a Rodovia dos Imigrantes (SP-160), ambas com início na cidade de São Paulo. A Rodovia SP-55 permite o acesso de veículos do Litoral Sul do Estado, e, em seu trecho que percorre o Litoral Norte, une-se em Ubatuba à BR-101, sendo o conjunto conhecido como Rio - Santos, uma vez que estas rodovias unem a Baixada Santista ao Rio de Janeiro.
Por via marítima, o acesso é muito mais amplo, sob um enfoque espacial, pois pode-se chegar ao Parque de qualquer ponto situado em um raio de 360º.

Diferentemente do que ocorre em Unidades de Conservação terrestres, entretanto, a facilidade de acesso tem maior dependência de fatores naturais, como condições meteorológicas e hidrodinâmicas e, consequentemente, da resistência e autonomia de cada embarcação.



O Parque abrange áreas emersas (Laje de Santos e Rochedos conhecidos como Calhaus) e imersas (parcéis, fundo arenoso e a coluna d’água).
A Laje de Santos, assim como provavelmente os Calhaus e as outras lajes e parcéis que compõem o Parque, é uma formação rochosa granítica.
Sua porção emersa com formato que lembra uma baleia, tem 550 m de comprimento, 33 m de altitude e 185 m de largura, sendo a declividade mais acentuada no lado exposto ao embate de ondas (sul-sudeste). No lado norte, mais abrigado, a declividade é mais suave.
A profundidade em ambos os lados atinge 30 m.



Nos Calhaus, com altitude aproximada de 14 metros, observa-se um hidrodinamismo maior do que na área da Laje, de modo que as correntes são mais intensas e com direção mais variável.
Como resultado do trabalho erosivo, as rochas apresentam formações de arcos e túneis.
A profundidade nesta área chega aos 42 m, que é a maior profundidade observada na área do Parque, segundo carta náutica.
Conceitualmente, a denominação laje se refere a uma formação rochosa em área marinha que, acima dos níveis alcançados pela água do mar, praticamente não possui vegetação, à exceção de algumas gramíneas e outras espécies rasteiras, distinguindo-se assim das ilhas, onde se encontra vegetação arbustiva e arbórea.
Difere também dos parcéis porque estes permanecem submersos, ao passo que as lajes sempre têm uma porção emersa.



O Parque é um local de grande interesse para a conservação da diversidade biológica na costa do Estado de São Paulo, uma vez que a ausência de outras formações rochosas ou ilhas em áreas próximas acarreta grande concentração de peixes de passagem e recifes na área.
Cardumes de espécies de importância comercial como bonitos, sardinhas, olhetes e outros são frequentemente observados na área do Parque, onde encontram abrigo, alimento abundante e local para reprodução, demonstrando a importância desta Unidade de Conservação para a reposição dos estoques de recursos marinhos e para a manutenção do potencial pesqueiro da região.
Espécies recifais, isto é, que vivem junto ao substrato rochoso, como frades, garoupas e budiões, também encontram nesta área condições ideais para sua sobrevivência e reprodução.



Há também espécies de peixes não formadoras de cardumes, mas que da mesma forma se aproximam atraídas pela concentração de alimento, como ocorre com as raias.
Raias-manta de grande envergadura (também conhecidas como raias-jamanta) são frequentes em certas épocas do ano.
Várias espécies marinhas migratórias (como baleias, golfinhos, tartarugas e aves) utilizam esta unidade de conservação como parte de sua rota.
De maneira similar ao que ocorre com os peixes, há grande diversidade da flora e fauna de fundo (corais, esponjas, estrelas do mar, crustáceos, moluscos) a qual, aliada a águas muito azuis e transparentes, tornam o Parque um dos principais pontos de mergulho e fotografia submarina do País.
A pesquisa científica adquire nesta área uma importância fundamental, uma vez que diversas espécies já foram registradas aqui como ocorrências novas para a costa sudeste ou mesmo para a costa brasileira.
Como Parque Estadual, esta Unidade de Conservação destina-se a fins científicos, culturais, educativos e recreativos, estando apta, portanto, para o desenvolvimento de atividades de visitação pública regulamentada.




Fonte: br.viarural.com

segunda-feira, 7 de maio de 2012


10 profissões verdes segundo dados da ONU


Instalador de Energia Solar
Fazer e instalar sistemas de energia solar já dá emprego a cerca de 770 mil trabalhadores no mundo. Essa profissão demanda instalação de aquecedores solares de água e células fotovoltaicas, por exemplo, com habilidades de construção. E as oportunidades estão disponíveis em várias partes.



Agricultor
A agricultura sustentável é importante e estimula atitudes ecológicas. Requer pequena escala, é local, utiliza métodos orgânicos ao invés de métodos à base de petróleo, máquinas e fertilizantes. E abre oportunidades para mais trabalhadores similares, tais como jardineiros urbanos, mercado de fazendeiros e queijeiros artesanais, por exemplo.  É uma das profissões verdes mais comuns.



Silvicultor
São responsáveis pela silvicultura moderna, uma combinação complexa de finanças internacionais, conservação e desenvolvimento. De acordo com o Banco Mundial, cerca de 1,6 bilhão de pessoas dependem da floresta para subsistência.



Eficiência energética
Os edifícios são responsáveis ​​por até 48% do uso de energia dos Estados Unidos e as emissões de gases de efeito estufa. LEED, a principal certificação verde para edifícios, tem mais de 43 mil profissionais credenciados.



Fabricante de turbinas eólicas
O vento é a principal fonte de crescimento de energia alternativa com mais de 300 mil empregos em todo o mundo. As turbinas são de metal e criam uma oportunidade para trabalhadores autônomos.



Biólogo de conservação
A busca urgente por preservar a integridade dos ecossistemas em todo o mundo e de quantificar o valor de serviços de ecossistemas leva a oportunidades em ensino, pesquisa e trabalho de campo para governos, organizações sem fins lucrativos e empresas privadas.



MBA verde e empreendedor
Inclui serviços empresariais como a investigação e a consultoria legal e conta para a maioria dos empregos verdes, que são mais de 400 mil. Isso inclui tudo, desde o marketing até ser um vice-presidente de sustentabilidade dentro de uma grande empresa.



Reciclador
Embora o mercado para papel e plástico esteja sofrendo com a crise econômica mundial, a demanda por aço para reciclagem ainda é forte, já que 42% da produção saiu da sucata em 2006. A reciclagem continua a ser uma forte alternativa econômica. Há uma grande necessidade de empresas especializadas em fechar o ciclo de reciclagem e reaproveitar resíduos eletrônicos, roupas, sacos plásticos, resíduos de construção e outros materiais.



Desenvolvedor de sistemas em sustentabilidade
A economia verde precisa de um grupo de desenvolvedores de software especializados e engenheiros para projetar, construir e manter as redes de sensores e modelagem. Eles mantêm parques eólicos, redes inteligentes de energia e outros sistemas de inteligência que buscam substituição dos recursos naturais.



Urbanista
Planejamento urbano e regional é o pilar da busca para reduzir a pegada de carbono. O fortalecimento dos sistemas de transporte de massa e o incentivo ao uso de bicicletas é apenas uma parte do árduo trabalho.